quarta-feira, 7 de abril de 2021

A Conspiração do Silêncio (ii)

Escrito por Miguel Bruno Duarte










A tecnocracia global

Vários foram, na verdade, os analistas que dalguma forma tiveram a clara percepção de um coup d’état mundialista prosseguido na sequência da temerosa histeria[23] habilmente orquestrada à volta do chamado “vírus chinês”[24]. Ora, a uma tal histeria colectiva psicologicamente induzida pelos media oficiais[25], também correspondeu uma gradual quão efectiva aproximação ao modelo autocrático chinês por parte das denominadas democracias ocidentais[26], pelo que assim mais facilmente se explica o célere avanço de um poder tecnocrático cada vez mais centralizado e controlado por uma globocracia cujas linhas de força predeterminam a intervenção absoluta nos mais variados sectores, áreas e domínios da existência humana[27]. Uma transformação inusitada e total encontra-se, pois, em vertiginoso curso para a forçada implementação da chamada bio-segurança, que é, no fundo, a universalização do estatuto de imunidade sem o qual nenhum cidadão do mundo globalizado poderá trabalhar, viajar ou sequer mesmo socializar e aceder aos serviços públicos mais directamente associados à indispensável subsistência humana.

Os pais deixarão inclusivamente de poder exercer o seu direito parental sobre os filhos[28], querendo isto dizer que não só o Estado se encarregará de, a coberto da educação cívica e dos “direitos humanos”, formatar o novo cidadão do mundo – que é como quem diz moldar psicologicamente a cabeça do mesmo no mais perfeito acordo com a agenda globalista –, como também a de proporcionar um conjunto abstruso de procedimentos cirúrgicos a menores sem o consentimento dos pais, como no caso da cirurgia para a redesignação sexual ou de “género”[29]. Assim, qualquer que venha porventura a ser o mais leve indício de insubordinação ou de eventual resistência contra o fardo insuportável do novo status quo, isso certamente haverá de constituir aos olhos das emergentes autoridades prepotentes e tirânicas o cenário ideal para, em nome da paz, da ordem e da segurança internacionais, impor pela coerção e pela iminente revolução farmacológica um regime totalitário comprometido no condicionamento biotecnológico da existência humana. Subsequentemente, a par do que diremos ser a nova aristocracia global respaldada num contingente especializado de eventuais cientistas, geneticistas e epidemiologistas, eis que estamos igualmente perante o iminente lançamento de uma série de satélites de terceira geração destinados a rastrear e monitorizar toda a actividade humana e não-humana à face do planeta. Entretanto, escusado será frisar que uma tal componente da chamada Inteligência Geoespacial (GEOINT) estará a cargo do tão já verberado complexo industrial-militar.

Nunca a China comunista deixou de explorar e submeter à provação científica experimentalista a esmagadora maioria dos seus súbditos. Na verdade, haviam já praticamente decorrido cerca de seis meses de tribulada “pandemia” covidesca para que a China acalentasse o desígnio de proceder à inoculação de pelo menos três tipos experimentais de vacinas subitamente testadas e aprovadas[30], com seus prováveis efeitos nocivos para a saúde de dezenas ou centenas de milhares de indivíduos, designadamente para agentes e funcionários estatais numa primeira instância, depois para o pessoal empregue na indústria farmacêutica, posteriormente, enfim, para professores e operadores de caixa nos supermercados, ou para pessoas já realmente predispostas a viajar para lugares considerados de alto risco na transmissão do novo coronavírus[31]. Porém, já quanto às diversas companhias que na China procuraram enveredar pela vacinação do seu capital humano, a condição sine qua non passou então por um acordo não publicamente divulgado entre empregados e empregadores para obstar aos primeiros a fuga de qualquer informação para os media, enquanto, de resto, companhias farmacêuticas chinesas como a Sinopharm ou a Sinovac, acabariam por efectivamente proceder à inoculação de milhares de chineses subitamente transformados em cobaias experimentais com sério e agravado risco para a sua saúde.

Com o impante regresso do cientismo, no linear propósito de cinzelar cientificamente o mundo e, assim, precipitar o desenvolvimento tecnológico mediante a interconexão entre o homem e a máquina, vários têm sido os futurologistas e os investigadores no domínio atómico e molecular da nanotecnologia que já inclusivamente preconizaram a entrada da humanidade na era do chamado pós-humanismo, ainda que porventura distinto do transhumanismo. Porém, tais ismos quase sempre se confundem quando, repudiada em absoluto a transcendência divina, procuram fazer-se substituir, por via da propagada evolução biotecnológica[32], às inevitáveis vicissitudes de ordem psicofísica e espiritual. Daí, pois, o advento da tecnocracia global poderosamente munida dos meios operacionais e logísticos de identificação digital[33] habilitados a rastrear qualquer alvo em movimento ou repouso num determinado ponto, lugar ou dimensão do planeta. E daí também a tão planejada base universal de dados pessoais na forma vindoura de registos e certificados digitais ligados à saúde, à vigilância em massa e à informação detalhada da vida particular e profissional de cada indivíduo doravante nivelado e transformado em pura entidade numérica.

Segundo o globalista Klaus Schwab, o transhumanismo constitui sobretudo uma importante parte da já anunciada Quarta Revolução Industrial[34], por inevitavelmente conduzir à fusão da identidade física, digital e biológica por meio de implantes tecnológicos potencialmente aptos a ler os mais diversos pensamentos, e, nessa senda, a influir consideravelmente no condicionamento directo do comportamento humano. Isso é, aliás, o que permite explicar o perfil dissimulado de uma agenda planetária baseada no aparente desmantelamento do sistema capitalista tendo em vista a redução geral do nível de vida das sociedades humanas, de agora em diante ameaçadas na sua habitual actividade de produção e consumo, bem como no gozo das suas liberdades civis num mundo puramente entregue à automação laboral dominada pela inteligência artificial. Por outras palavras, a Quarta Revolução Industrial[35], com sua invasão neurotecnológica preponderante, não somente se limitará a fazer parte integrante do mundo físico tal como até aqui o temos propriamente conhecido, como permitirá ainda que qualquer sistema operacional tecnologicamente usado e aplicado na cotidiana realidade, seja um computador ou um “telefone inteligente”, venha a ser finalmente integrado no especial âmbito do sistema nervoso humano[36].


Klaus Schwab

Klaus Schwab e o Príncipe Charles
















Digamos que a antecipação dum mundo inteiramente sujeito a objectivos de ordem puramente tecnocrática, poderá igualmente ser equacionado a partir de um cenário em que planeadas operações militares estão já, de resto, a ser prontamente executadas para que desde logo possam efectivamente incidir sobre populações civis inteiras. Referimo-nos aqui mais propriamente à Operação Warp Speed, já de alguma forma comparada por Donald Trump ao Projecto Manhattan – um programa de pesquisa e desenvolvimento científico que levou à produção da bomba atómica durante a Segunda Guerra Mundial. Como tal, o principal escopo da Operação Warp Speed é o de desenvolver, produzir e finalmente distribuir milhões de doses da vacina contra a Covid-19, recorrendo para isso a uma poderosa operação militar que ultrapassará o número de cientistas civis envolvidos por meio de um lato empreendimento logístico jamais visto em solo americano, no qual se inclui o United States Department of Health and Human Services (HHS), o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) – que é, na verdade, uma agência federal daquele departamento –, a Food and Drug Administration (FDA), o National Institutes of Health (NIH), o Biomedical Advanced Research and Development Authority (BARDA), além dos Departamentos da Defesa, da Agricultura, da Energia e o das Questões Referentes aos Veteranos de Guerra.

É, contudo, perfeitamente sabido que a chamada pandemia de SARS-CoV-2 tem sido oportunamente aproveitada pela elite internacionalista com vista ao denominado “Great Reset”[37], já frequentemente apresentado como um programa global destinado à abolição dos erros e problemas supostamente criados pelo sistema económico capitalista, quando, na realidade, tal programa apenas consiste numa transformação radical da sociedade planetária de modo a proteger e beneficiar a habitual e poderosa elite metacapitalista[38] mediante as principais agências e organizações de poder e influência mundial prevalecentes na comum esfera política, económica e cultural dominante[39]. Trata-se, além do mais, de um vasto programa perfeitamente articulável com o chamado “Green New Deal”[40], visto ter na sua mira desencadear, no designado domínio da “economia verde”[41], todo um processo de transformação energética radical que no imediato conduzirá a uma turbulência económica de efeitos catastróficos nunca antes vistos para a vida e o bem-estar da humanidade em geral[42].

Digamos ainda que o novo coronavírus ocasiona a já esperada oportunidade por parte dos alarmistas climáticos, das poderosas forças governamentais e dos inevitáveis actores extragovernamentais que sempre ademais particularmente lucram a par dessas mesmas forças, de assim levarem a cabo uma total remodelação do sistema económico mundial que corresponda aos prementes desígnios da elite do Deep State anualmente reunida em Davos, na Suíça, no âmbito do Fórum Económico Mundial[43]. Daí, numa palavra, a impendente agenda do socialismo corporativo transnacional no âmbito do qual os seus instigadores vêem na presente conjuntura histórica a altura ideal e perfeita para a cabal substituição da velha ordem internacional por uma nova ordem mundial irredutivelmente assente numa teia burocrática supranacionalista.

Não restam dúvidas de que a referida oportunidade trazida pela epidemia da Covid-19 é exactamente a mesma oportunidade que os tecnocratas tão zelosamente têm esperado para, como até aqui vieram fazendo sob a bandeira climática[44], impor de uma vez por todas a restrição total ou parcial da vida económica para, no lance, acorrer à redução do consumo dos combustíveis fósseis, à interdição do tráfego aéreo, ao fecho das fronteiras e à correspondente supressão das tão preconizadas liberdades civis a que acresce ainda a correlativa restrição à liberdade de circulação[45]. Assim, após decénios de mentirosa propaganda sobre as chamadas “alterações climáticas”[46], eis que socialistas, colectivistas e globalistas finalmente conseguiram, mediante a total instrumentalização dos media oficiais, criar amplas e sucessivas bolhas de histeria colectiva enquanto forma indispensável para levar a cabo uma vasta operação de destruição económica à escala planetária. Basta, aliás, ver como alguns dos cientistas que, na base infundada das suas “recomendações”, estiveram na vanguarda do generalizado lockdown imposto por um sem número de governos, foram igualmente os mesmos que estiveram profundamente envolvidos na produção de modelos computacionais que serviram de base não menos infundada para a previsão matemática de cenários alarmistas no domínio da suposta crise mundial ambientalista.

Quanto ao repertório vinculativo de “políticas de saúde pública” adoptado em praticamente todo o globo, destaque-se, antes de mais, o uso compulsivo da máscara como medida estatista biosecuritária de contenção e mitigação do coronavírus de Wuhan. As populações, já de si sistematicamente amedrontadas por via da perpetrada propaganda do medo instilada por governos e orgãos mediáticos de infecção e intoxicação antissocial, têm geralmente aderido a uma tal agressão propagandística ao ponto de piamente acreditarem constituir o ardiloso expediente da máscara um meio de prevenção quase infalível no que toca à protecção contra o novo coronavírus, o que está longe de ser verdade tanto do ponto de vista científico[47] como do ponto de vista epidemiológico mais seguro, experimentado e fundamentado[48]. Ao invés, o uso obrigatório da máscara tanto pode acarretar, para as doenças do foro respiratório, sérios e desatendidos riscos para a saúde pública, como ainda o de tornar irreversível o reiterado e permanente condicionamento comportamental de toda uma população-alvo, e, desse modo, acentuar ainda mais o respectivo desespero, conflito e angústia no contexto das relações sociais adiadas ou mesmo indefinidamente proibidas.




Não é por acaso que quem ingenuamente se deixa convencer que a máscara é de alguma forma eficaz na protecção contra o SARS-CoV-2, se julga de todo abalizado em admoestar directa ou indirectamente quem, porventura consciente de como esse poder supostamente eficaz resulta de uma grande encenação montada pela propaganda oficial a nível global[49], rejeita embarcar numa tal medida largamente absurda e manifestamente arbitrária. Já por outro lado, quem realmente sabe que o uso compulsivo e invasivo da máscara representa por si mesmo um ataque directo às liberdades civis proveniente de governos tipicamente totalitários, e, nessa medida, à inerente capacidade de cada um poder livremente decidir, tanto na esfera individual como colectiva, a sua própria conduta perante toda e qualquer situação concreta da realidade vivida – logo também ante uma situação de real ou fictícia crise pandémica –, acaba, alfim, por reconhecer até que ponto simultaneamente acrítico e insano pode chegar quem docilmente segue à linha as ignóbeis imposições governamentais como alguém inteiramente disposto a renunciar à mais elementar liberdade individual, como também alguém cegamente propenso a reforçar e a colaborar com os novos poderes atentatórios da faculdade autodeterminativa de cada indivíduo em particular e da comunidade em geral[50]. Como tal, o uso obrigatório e punitivo da máscara é somente um dos factores que há-de assim necessariamente concorrer para a destruição de toda a estrutura e coesão sociais, e, portanto, para a impossibilidade da vida em comunidade propriamente dita.

Convém, pois, insistir que uma tal coacção já é por si mesma um instrumento de manipulação do estado perceptivo da consciência colectiva no preciso sentido de operar o condicionamento ou a modificação psicologicamente induzida do comportamento humano num ambiente especialmente alterado por força de regulamentações discricionariamente impostas. Um exemplo disso passa, inclusive, pelo seguinte: quem não obedecer ao novo regime sancionatório, deixa de poder contar com bens e serviços de primeira necessidade - isto já depois de, obviamente, restringidos todos os demais. Daí que doravante em todos os aspectos particulares da existência humana, esse seja, na realidade, o modelo padrão a seguir na gizada base da incondicional obediência imposta ao abstracto cidadão do mundo a haver.

Visto ainda de um outro ângulo, dir-se-ia que a transformação radical do ambiente que faz habitualmente parte da vida social em comunidade corresponde ao objectivo nem sempre confessado de alterar o perfil comportamental do indivíduo comum. Consequentemente, não será de estranhar que a crescente preponderância das chamadas “ciências comportamentais” está de facto a ocupar um lugar determinante na imposição global de uma política pública instigada por empresas multinacionais, nomeadamente a Unilever, e por toda uma gama de organizações não-governamentais (NGOs) cujo envolvimento na presente trama internacionalista assenta basicamente na promoção de inusitadas formas de alteração comportamental à conta das novas políticas de confinamento, além do já referido uso compulsivo das máscaras no dia-a-dia cada vez mais irreconhecível. Nisto, é, pois, caso para dizer que as tais “ciências comportamentais” tendem directamente a opor-se à realização da liberdade humana devidamente considerada, prevendo-se assim para o futuro da humanidade o inevitável abandono de conceitos tão significativos como a liberdade individual e a dignidade humana já quase inteiramente substituídos por um controlo sistémico e absoluto da consciência em que os fins absolutamente justificam os meios.

O controlo psicológico total e absoluto das populações corresponde, aliás, a um dos pilares fundamentais para o determinante triunfo da tecnocracia global. Ninguém melhor que Anthony Fauci[51] pôs, de resto, a questão lapidar do uso obrigatório da máscara[52] em termos tão peculiarmente reveladores do condicionamento comportamental que lhe anda estreitamente associado, quanto mais não fosse por ter procurado acentuar, já depois de se haver ocasionalmente prestado a desvalorizar o uso da mesma[53], o alegado simbolismo que a sua utilização acarreta para a generalidade das pessoas, por nisso propenderem a ver algo a que estão absolutamente obrigadas a cumprir em sinal de respeito cívico para com os outros, consoante assim foram, entretanto, levianamente induzidas a cismar pelos insidiosos orgãos de comunicação social. Em suma: o facto de cada indivíduo estar agora impedido de, por sua responsabilidade, conta e risco, poder eventualmente precaver da melhor forma possível a sua saúde e a de terceiros é algo que por si só não podia estar mais de acordo com a nova engenharia antissocial precursora do globalismo invasor.

Em vez de procurarem perspectivar o grau de perigosidade do “vírus chinês” considerando e comparando anualmente o montante das mortes por causa viral, os governos do mundo inteiro têm sobretudo difundido o medo e o pânico generalizados com as desastrosas consequências para o habitual curso da vida política, social e económica. Ora, se assim tivessem procedido numa base verdadeiramente estatística com vista a informar o público em geral com método e rigor objectivos, ver-se-ia que no respeitante àquelas mortes não houve geralmente uma mudança significativa relativamente aos últimos anos. Nos EUA, por exemplo, é comummente sabido que o índice estatístico das mortes atribuídas aos diversos vírus que durante o Inverno infectam o trato respiratório se tem ultimamente mantido à volta dos 10% da totalidade do número de mortes anuais. E, no entanto, dada a corrente “plandemia” viral em que a propaganda oficial tem propositadamente incorrido na inflação exponencial dos números de Covid-19, designadamente por via dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (em inglês Centers for Disease Control and Prevention – CDC)[54], eis que os norte-americanos infelizmente se deparam, um pouco à semelhança dos europeus, com um cenário socioeconómico cada vez mais periclitante onde prepotentemente pesam e abundam as chamadas “medidas preventivas” consecutivamente adoptadas por alguns estados maioritariamente governados por liberais democratas para supostamente conter e suprimir o novo coronavírus[55].



Todavia, por entre as várias espécies de limitações ou restrições profusamente dirigidas à destruição global da actividade económica e à profunda transformação social e política, temos sobretudo as que se pautam pela proibição de frequentar clubes, socializar e comer em lugares públicos; o fechamento parcial ou total de escolas nos três níveis de ensino; a constante vigilância de qualquer actividade ou comportamento social que não prossiga na senda das novas medidas do assaz designado “distanciamento social”; a crescente monitorização dos passos e movimentos de cada cidadão doravante inseguro ou receoso de infringir o novo status quo globalmente instalado; a guerra de classes extensível ao conflito de grupos e pessoas onde tal seja extremamente útil do ponto de vista da nova cultura "woke"; a divisão racial[56] exponencialmente fomentada com vista ao desentendimento de minorias étnicas e ao avanço de agendas nominalmente culturais[57] dedicadas à supressão da verdade histórica quanto às mais distintas e significativas nações, povos e civilizações do globo; o aumento incomportável de impostos especialmente destinados à abolição da chamada classe média, e, por conseguinte, à exploração demagógica das classes mais baixas ideologicamente mobilizadas contra a propriedade, a riqueza e a fortuna alheias.

Ora, também em Portugal tudo prossegue consoante as estipuladas normas e regulamentações internacionais direccionadas para a vasta organização tecnocientífica e a grande depuração farmacológica. As restrições, limitações e proibições avançam, portanto, no sentido de gradualmente incidirem sobre os chamados agrupamentos a nível familiar, de vizinhança ou amizade, nisso quedando também incluídos os baptizados, casamentos e funerais a pretexto de uma fiscalização preventiva, além da possibilidade já antecipada, ou já antes mundialmente planeada quanto à desastrosa implementação de novos e agressivos confinamentos parciais ou totais, especialmente pendentes sobre as várias actividades comerciais, turísticas e empresariais com vista à sua destruição a curto e médio prazo, quando não mesmo escorados no infame recolher obrigatório e no respectivo cerco policial às populações tão atemorizadas quão totalmente ignaras sobre o que realmente as espera quanto à radicalidade inconcebível e absoluta das transformações sociais num futuro relativamente próximo. Enfim, criminosamente enredados e assaz comprometidos nesta hedionda farsa de consequências fatídicas para a vida de milhões de pessoas, encontram-se, entre outros, o primeiro-ministro socialista, António Costa[58], e o bilderberger Marcelo Rebelo de Sousa[59] no delirante papel de presidente da República, com ambos, pois, impunemente entregues à mais sistemática mentira e à mais pavorosa e indecente propaganda enganosa sustentada pelos media oficiais, ao ponto de eles próprios já terem inclusivamente insinuado que o agravamento da “pandemia” mais directamente se deve ao alegado mau comportamento individual dos portugueses, para assim justificarem os “graus progressivos de contenção” dum proclamado inimigo invisível mediante o uso obrigatório da máscara em todos os espaços públicos interiores e exteriores, bem como a aplicação “StayAway Covid” que representa um primeiro passo para a total monitorização dos movimentos dos “cidadãos” cujos direitos de privacidade parecem ter já os seus dias contados na sociedade tecnotrónica do porvir[60].

Dá-se o caso, curiosamente, de estarmos perante um processo de desagregação da sociedade civil conduzido por uns tantos elementos duma ignóbil geração louca, leviana e irresponsável que também foi pródiga em contribuir na sua juventude para o descalabro nacional no antes e pós-25 de Abril de 1974, uma vez ter para o efeito colaborado, consciente ou inconscientemente, com as forças, poderes e organizações internacionais directamente envolvidas nos crimes de guerra e genocídio contra as populações portuguesas dos antigos territórios ultramarinos, certamente contabilizados em centenas de milhares de mortos e outras tantas vidas completamente destroçadas e, nisso, obrigadas a começar do zero para sobreviver a tamanho holocausto no dizer, aliás, bastante apropriado de Américo Cardoso Botelho sobre o sucedido em Angola, nos meados dos anos 70 do século XX. Mais curioso, porém, é ainda haver quem actualmente possa estranhar que afamadas figuras dessa cambada pró-abrilina hajam de facto incentivado, promovido e acalentado as comemorações da chamada “revolução dos cravos” na Assembleia da República, acrescidas das celebrações do Primeiro de Maio para, no ínterim, suscitarem, com a habitual conivência pusilânime das autoridades eclesiásticas em Portugal, a anulação in loco das celebrações religiosas do 13 de Maio, em Fátima, na sequência, aliás, de um escrutinado período em que os portugueses, privados da Páscoa em família, haviam já sido forçados a permanecer fechados em casa a fim de supostamente travar o crescente número de infecções por Covid-19. E como se isso não bastasse, vieram ainda as ditas manifestações anti-racistas, manifestações essas que, ao invés de outras manifestações apodadas de extrema-direita, sempre tiveram o aval do poder político por oposição à decretada impossibilidade de cada um poder livremente dispor da sua actividade profissional ou do seu próprio ganha-pão, o que ademais se tornou bem explícito quando, para espanto da populaça, se levou cinicamente avante o certame anual dos comunistas, não obstante a proverbial propaganda oficial das regras e restrições sanitárias definidas pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) para a realização do mesmo.

Convém por ora notar como, um pouco por todo o mundo, começou a ser gradualmente implementado o esquema plandémico sob o pretexto de as populações poderem voltar o mais rapidamente possível a uma época pregressa da sua vida. Em primeiro lugar, fora, pois, anunciado às populações que era preciso entrar em lockdown por um período de duas semanas, ou talvez um pouco mais, para assim “achatar a curva” das infecções por Covid-19 e ao mesmo tempo assegurar que o sistema de saúde não entrasse de todo em colapso. Aliás, todas as projecções oficiais apontavam para uma crise de ordem sanitária cujo agravamento seria decerto inevitável, pese embora a solução preconizada passasse desde logo por atrasar ou prevenir tanto quanto possível esse agravamento para que o sistema de saúde melhor se pudesse preparar para o que desse e viesse[61]. Em segundo lugar, o que fora inicialmente predito como justificação para o confinamento a curto prazo passou a traduzir-se na necessidade repentina de controlar, impedir ou reduzir substancialmente os casos de infecção para que se pudesse volta e meia proceder a uma reabertura cautelosa e faseada da actividade económica. Por fim, tudo o que até aí fora anunciado perdera subitamente o seu efeito, visto que o próximo objectivo a estabelecer passaria por preparar, sob as auspiciosas “recomendações” da Organização Mundial de Saúde (OMS), as populações para uma mais que provável segunda vaga de infecções por Covid-19, em relação à qual não estariam inclusivamente descartadas novas restrições ou mesmo eventuais confinamentos até que uma vacina[62] viesse finalmente por cobro a uma inesperada crise de surpreendentes contornos planetários.

No fundo, o que já então se estava preparando e paulatinamente contando às populações cada vez mais atónitas e submissas era que todo o anterior modo de vida que elas tinham experienciado, vivido e conhecido não mais regressaria de todo. A cilada globalista estava então irrevogavelmente montada. As populações do globo entrariam agora numa dimensão inteiramente diferente das suas vidas, por dalgum modo as pressentirem subitamente irrecuperáveis, tal qual uma presa psicologicamente adestrada e pronta a ser definitivamente encarcerada num mundo assaz limitado a sucessivas e confinantes bolhas de servidão física e mental até aqui jamais geralmente pressentidas e antevistas.














Além disso, não fora por acaso que, decorridos alguns meses de contínua farsa sanitária, Tedros Adhanom Ghebreyesus[63], o director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), se dera finalmente ao luxo de informar, no quartel-general da agência em Genebra (Suíça), de que já nada voltaria a ser o mesmo no porvir da existência humana. E isso é, afinal de contas, o que fundamentalmente explica ser uma tal agência das Nações Unidas um pilar profundamente implicado numa devastadora política que deu forçosamente origem ao estabelecimento de confinamentos globais totalmente responsáveis pelo descalabro socioeconómico mundial[64], não obstante o surgimento de algumas afirmações que só apenas na aparência permitem supor o contrário, particularmente oriundas do director-regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, e do enviado especial da OMS, Dr. David Nabarro, visto, na realidade, pecarem por injustamente tardias na forma de um premente aviso quanto às desastrosas consequências que a estratégia comum de confinamento já impôs às populações progressivamente desamparadas num mundo aceleradamente cruel, desumano e empobrecido[65]. Enfim, do que na verdade aqui se trata é de uma aparente reviravolta passível de ser traduzida no cínico lavar de mãos de um crime de premeditado e odioso genocídio contra a humanidade, uma vez sabido que a Organização Mundial de Saúde (OMS) esteve quase desde o primeiro momento envolvida na aplicação global e sistemática do confinamento enquanto estratégia supostamente eficaz de alegada contenção ao novo coronavírus.

A abolição dos proclamados direitos, liberdades e garantias fundamentais veio, aliás, a constituir um dos principais objectivos que à “plandemia” sumamente importa destacar até na forma como em Portugal logrou ser particularmente justificada no âmbito da denominada «situação de calamidade». Ou seja: o «livre-acesso» à propriedade não-pública por agentes da protecção civil sem um mandado judicial para o devido efeito, é algo que, a par do «livre-acesso» à «utilização de recursos naturais ou energéticos privados», permite explicar o crescente flagelo do intervencionismo estatal em domínios que muito dificilmente explicam a justa necessidade de uma qualquer intervenção proveniente das autoridades sanitárias ou das autoridades de protecção civil. Entre as últimas acrescem quer a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Polícia Judiciária (PJ), quer as Forças Armadas, os Corpos de Bombeiros, os agentes da Autoridade Marítima Nacional, a Autoridade Nacional da Aviação Civil, do INEM e «demais entidades públicas prestadoras de cuidados de saúde», quando não mesmo, por último, os sapadores florestais. E no âmbito desse cenário viria ainda à baila o aparatoso «regime especial aplicável à expropriação e à constituição de servidões administrativas»[66], abrindo-se, para o efeito, mais um daqueles perigosos precedentes manifestamente propícios à mega-sociedade colectivista do porvir[67], não obstante o prazo daquele regime ter ficado formalmente circunscrito ao prazo de urgência do Programa de Estabilização Económica e Social (PEES).

O perigo proveniente de uma real ou declarada pandemia jamais se afigura o mesmo em todo o lado e para toda a gente ao mesmo tempo, seja em França, na Alemanha, no Congo, na China ou no Japão. E ao nível interno desses países o grau de ameaça difere substancialmente de região para região, de cidade para cidade, ou até entre áreas urbanas e áreas rurais, tudo dependendo da composição demográfica e do nível cultural das populações espalhadas ao longo de um certo e determinado território. Nisto, há também sempre um diferenciado espectro de opiniões, propostas e avaliações quanto ao que convém ou não fazer perante uma possível situação de crise pandémica, decorrentes na sua maioria de especialistas eventualmente certificados para o devido efeito. Desse modo é caso para relembrar que toda a medida fortemente centralizada cuja aplicação seja a de evitar a todo o custo um perigo maior segundo um modelo global tendencialmente uniformizado, resulta quase sempre num manacial de consequências tão contraproducentes quão manifestamente indesejáveis.

Políticos, think tanks e publicações de esquerda e até de direita têm, de facto, à escala global, nacional e local, pressionado quanto podem no sentido de trazer à colação poderosas instituições internacionais para “coordenar” uma resposta eficaz à nova crise “pandémica”. Ora, “coordenar” significa aqui centralizar até ao ponto de no processo destruir o mais possível a já residual soberania dos denominados Estados-nação. Os perigos, esses, sim, indubitavelmente reais, encontram-se sobremodo na coagida centralização política internacional, consoante, aliás, tem sido particularmente demonstrado pela experiência sueca em matéria de recusa dos confinamentos tout court. E eis porque, no lance, a media mundialista nunca até aqui se coibiu de, perante o não-alinhamento da Suécia[68] em seguir as "orientações" da Organização Mundial de Saúde, lançar o anátema sobre o relativo sucesso de um contra-exemplo na cena internacional[69], francamente susceptível de pôr em causa a narrativa globalista dominante e, como tal, em tornar ainda mais difícil justificar o que basicamente tem ficado por provar em toda a sua extensão: que os lockdowns salvam vidas e caso eles não fossem aplicados (leia-se impostos arbitrariamente) o número de mortos seria dez vezes maior[70].

A proclamada coordenação transnacional visa, consequentemente, o governo mundialista assente no domínio absoluto da burocracia global, desempenhando a dita União Europeia, nesse particular domínio, um papel fundamental na implementação de directrizes centrais impostas política e financeiramente aos Estados-membros que a integram[71]. Não se trata, bem entendido, de um mundo mais directa ou indirectamente refém do tão amaldiçoado “neoliberalismo” evocado nos sectores bem-pensantes da direita e da esquerda dominantes, ou, se quisermos, de um «liberalismo puro e duro» consoante o particularmente referido pelo universitário Jaime Nogueira Pinto. Isso só equivale, no fundo, a não entender que as supostas «fragilidades do mundo mercantilizado e globalizado e das suas organizações multilaterais» é apenas mais uma ficção académica recorrentemente repetida ad nauseam, uma vez que o multilateralismo - entenda-se o globalismo - nunca teve tanta força intrusiva como tem hoje em dia - a chamada pandemia é, aliás, uma elaborada e complexa farsa com origem num multilateralismo que de frágil nada tem, antes pelo contrário.



Passando, pois, ao lado do que mais importa, escreve então o consagrado autor:

«Com as brechas abertas da segurança pelo terrorismo jihadista e depois do embate da crise de 2007-2008, a presente pandemia parece ter vindo desencorajar mais ainda a reabilitação do liberalismo puro e duro, alargando a necessidade de segurança à segurança sanitária e alimentar e revelando todas as fragilidades do mundo mercantilizado e globalizado e das suas organizações multilaterais. Este mundo já vinha sofrendo o assalto da vaga dos movimentos nacionalistas e populistas, que não só recuperaram a prioridade do interesse nacional, mas também a vontade de retomar, economicamente, algumas experiências de capitalismo dirigido.

Sem entrar em futurismos divinatórios, pode dizer-se que o mundo que aí vem ou que está vai desafiar alguns dos dogmas político-económicos em que assentaram os últimos trinta anos. O modo como o Ocidente e especialmente as organizações multilaterais lidaram com a crise, em quase permanente estado de divisão, contradição ou alheamento e com uma geral ineficácia operacional, prenuncia um juízo negativo sobre a sua verdade e utilidade. Nações Unidas, Organização Mundial de Saúde, União Europeia, estão a ser atingidas por uma mesma onda de suspeição e descrédito, aproveitada por Estados como a China e a Rússia para, no caso de Itália, por exemplo, avançarem como parceiros solidários de um país membro da União Europeia abandonado pelos seus pares. Sobre este abandono, o Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell, viria falar em “batalha de narrativas”, mas o facto é que a primeira impressão deixada pela União Europeia foi de demissão das responsabilidades e de divisão da reacção. Assim, na sua área continental, a “europeização” poderá sofrer o que a globalização sofre à escala planetária.

Mas a pandemia, que começou por revelar os egoísmos e inoperâncias da Europa, pode ainda vir a ser o começo da sua reabilitação em termos de opinião pública. Um dos primeiros sinais positivos foi a suspensão das regras sobre os limites do aumento do défice, dando aos Estados-membros uma margem acrescida para apoiar directamente os cidadãos, as famílias e as empresas. E tem havido outros sinais de realismo e bom senso na discussão das medidas económicas e financeiras para evitar o pior: um desastre económico-social comparável na gravidade e no tempo à Grande Depressão. Mas houve que contar com a oposição do núcleo “frugal”, com o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, a dar voz ao velho preconceito nortista e protestante de que os países católicos do Sul da Europa são desgovernados, despesistas e devedores duvidosos, totalmente incapazes de respeitar a ortodoxia financeira da União e muito bem capazes de pôr em causa a continuidade do Euro.

As grandes crises financeiras do século XX e XXI – a Grande Depressão e a crise de 2007-2008 – deixaram bem claro que a demora na adopção de medidas drásticas e urgentes, que têm de partir do poder político, arrasta a ampliação e prolongamento da crise. E a Europa tem demorado.

Em 1929, Hoover quis manter-se na ortodoxia clássica liberal, na esperança de que os mercados se corrigissem a si próprios. Hoje, não parecem restar muitos partidários dessa crença inabalável na mão invisível – que tem os seus méritos na normalidade político-económica, mas que fica decepada perante acontecimentos excepcionais, como guerras externas ou civis, castátrofes naturais ou pandemias. E se a pandemia é séria do ponto de vista sanitário, as suas consequências para a economia mundial podem ser calamitosas, se não houver uma intervenção directa dos governos, de injecção de recursos monetários no sistema, de ajuda directa às empresas – sobretudo às médias e às pequenas –, de alívio fiscal às sociedades e aos cidadãos, de introdução de medidas de excepção no funcionamento da oferta e procura. Como vai haver oferta se não houver procura? E procura de quê, se se interromper a produção de bens e serviços, as suas redes de distribuição e os meios para fabricar a oferta?

Os Eurobonds, ou Coronabonds, a emitir pela União Europeia – obrigações que podiam criar condições de financiamento mais favoráveis para os Estados em dificuldade –, integrar-se-iam numa acção concertada deste tipo. Mas as primeiras respostas da União a estas propostas perderam-se em objecções e entraves burocráticos e em manifestações de egoísmo nacional, que o parecer do Tribunal Constitucional alemão simbolizou. Tiveram, pelo menos, o mérito de provocar reacções negativas na opinião pública em Itália, em França e na Alemanha, reacções que, por sua vez, alarmaram os sectores europeístas e desencadearam uma proposta franco-alemã para que se fizesse o mesmo por outros caminhos.»[72]

A preconizada pandemia, na prática, nada tem propriamente que ver com uma possível reabilitação económica, financeira e política da Europa ou do mundo em geral. A questão de fundo passa, antes de mais, pela implementação, à escala global, de um passaporte de identificação digital[73] que vem sendo cuidadosamente proposto e elaborado para permitir ao cidadão portador do mesmo a possibilidade de se deslocar, trabalhar, viajar e dispor, inclusive, de contas bancárias que de outra forma lhe estariam interditas. E tudo aliás começa com a introdução de um passaporte discriminativo para aqueles que embarcaram na toma duma vacina experimental contra o novo inimigo viral e suas alegadas variantes, a fim de ser construído o esquema fundacional que, numa fase intermédia, virá sob a forma de um passaporte de saúde digital apto a fornecer às várias organizações os meios e mecanismos indispensáveis para, tanto quanto possível, permitir o regresso do cidadão ao trabalho, à escola, ao estádio e à possibilidade de poder novamente vir a viajar numa companhia aérea[74].


Do que na verdade se trata são de plataformas tecnológicas sem o que não será mais possível a ninguém retomar a sua vida normal, que, no fundo, jamais será a mesma num futuro dominado por um sistema mundial tecnocrático regulador de todos os aspectos da existência humana doravante destituída dos seus direitos e liberdades individuais, e, por conseguinte, também do direito fundamental à propriedade. O Fórum Económico Mundial é, de resto, a organização mundialista que mais tem apostado na elaboração de um passaporte COVID[75] que permitirá, nas novas condições globalmente impostas, a demonstração por parte de cada indivíduo de que não representa nenhum perigo para a saúde pública local, regional ou global, mesmo quando, à partida, lhe estejam aparentemente assegurados os demais informes pessoais de saúde[76]. E diremos aparentemente porque, na realidade, um tal expediente acabará por certamente rasgar amplo caminho para a possibilidade inevitável de os governos e organizações internacionais poderem aceder aos dados particulares de cada cidadão em condições de vida insuportavelmente limitantes[77] e, por consequência, inviáveis numa sociedade que se queira livre, humana e civilizada.

Quer isto precisamente dizer que as emergentes aplicações e plataformas tecnológicas permitirão rastrear, localizar e monitorizar pessoas, e, assim, controlá-las em tudo o que pensam, dizem e fazem, especialmente quando sabemos que tais tecnologias, direccionadas para a completa digitalização da existência humana[78], vão sendo particularmente projectadas e amiúde usadas para reduzir e controlar bens e serviços, ou postos de trabalho e actividades profissionais que, de mais de mais, tecnologicamente se aproximam, se não mesmo coincidem com o sistema de crédito social chinês que permitirá a agências e governos barrar o acesso a bens de primeira necessidade a todos aqueles cujas acções e pensamentos não estejam em perfeita sintonia com a nova escala de valores tecnocientíficos.

 

O Pacto Global das Nações Unidas para as migrações humanas

Atendendo às redes e corredores de tráfico organizado no mar mediterrâneo, de que a Grécia tem sido particular alvo, eis que tem novamente disparado, na senda da invasão migratória de 2015, o fluxo contínuo dos migrantes ilegais mediante o directo envolvimento de um conjunto de Organizações Não-Governamentais (ONGs), entre as quais se incluem a Watch the Med, a Mare Liberum, a Sea Watch e a Josoor International Solidarity. Alemães, franceses, suíços, noruegueses, australianos e búlgaros constituem, pois, alguns dos operacionais e activistas envolvidos numa grande operação cada vez mais naturalmente sujeita ao escrutínio das agências gregas de informação e contraterrorismo, quanto mais não seja por tais activos estrangeiros estarem predominantemente ligados a traficantes de seres humanos ora no Mediterrâneo central entre a Líbia e a Itália, ora na república islâmica euro-asiática da Turquia, para assim mais facilmente providenciarem "assistência" à passagem dos migrantes ilegais para a Grécia, nomeadamente por via da Ilha de Lesvos, donde são, entretanto, reenviados para outras nações do Continente europeu[79]. Ora, convém sobretudo notar que muitos dos responsáveis por tal actividade à margem da lei, pese embora internacionalmente carimbada nos termos de uma suposta ajuda humanitária, estão ademais profundamente envolvidos nos crimes de espionagem, formação e adesão a organizações criminosas, violação de segredos de Estado e no não-acatamento das regras codificadas de imigração, bem como no ilegítimo acesso e partilha danosa de informação relativa aos movimentos da Guarda Costeira Grega[80].

Daí que estejam particularmente em jogo mais de três centenas de ONGs em cujo seio também operam entidades-fantasma desprovidas de qualquer identificação fiscal, sem a qual muito dificilmente será possível rastrear as inúmeras transacções financeiras mais directa ou indirectamente ligadas aos diversos subsídios, programas e fundos canalizados por várias entidades à escala nacional e europeia[81]. E daí também que as actividades ilícitas de certas e determinadas ONGs permaneçam uma incógnita para a maior parte do mundo jamais devidamente informado acerca do que realmente se passa no mar Mediterrâneo quanto à existência de complexas redes de migração clandestina. Ao enorme impacto de tais redes tem ainda correspondido uma onda significativa de vários crimes de violência, estupro e ataques terroristas numa parte significativa da Europa, especialmente em Paris, Londres, Colónia, Zurique ou Helsínquia.

Variados elementos jihadistas do Estado Islâmico têm, inclusivamente, sabido aproveitar-se dos fluxos migratórios estrategicamente direccionados para o Velho Continente com o objectivo de aí instalarem as suas células destinadas a ataques e operações terroristas de inusitada e feroz intensidade. O Estado Islâmico nunca, de resto, escondeu haver aproveitado habilmente o fenómeno da invasão migratória, de mais a mais propiciada por uma política ocidental intervencionista, para assim infiltrar milhares de elementos terroristas em solo europeu. Além de que, resulta sobejamente sabido, sobretudo no Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, que cerca de 70% das pessoas que atravessam o mar mediterrâneo não são nem de perto nem de longe refugiados, mas, sim, migrantes económicos à procura de melhores condições de vida no Continente europeu.

Por outro lado, a Alemanha tem, na verdade, espalhados por todo o país numerosos campos de refugiados decorrentes da desastrosa política de fronteiras abertas que ali levou a entrar, pela mão da Chanceler Angela Merkel, milhões de migrantes desde 2015 em diante. Acontece, na realidade, que alguns desses campos estão sendo reutilizados para encarcerar possíveis dissidentes[82] que recusem obedecer às leis e medidas restritivas de isolamento impostas à população para suster a nova variante do SARS-CoV-2, alegadamente oriunda da Grã-Bretanha. Em rigor, tratam-se de campos de detenção destinados a eventuais insurrectos, também particularmente designados pela propaganda oficial globalista por “negacionistas”, aos quais estará especialmente reservado pelas autoridades uma secção do campo de refugiados em Brandemburgo.

Por seu turno, nos Estados Unidos, com a nova Administração Biden-Harris, o sistema de imigração entrou num processo de desmantelamento total[83] na base de um memorando do Departamento de Segurança Interna ordenando às agências federais de imigração e protecção de fronteiras uma moratória de 100 dias para as deportações, o que, não obstante excluir os suspeitos de terrorismo e espionagem, permitirá lançar nas comunidades americanas milhares de estrangeiros ilegais envolvidos em actividades criminosas, estimados entre 12.000 a 15.000 todos os meses[84]. Por outras palavras, o plano Biden implica o “varrer de fronteiras” da nação americana[85], incluindo igualmente uma amnistia concedida no dia de sua posse aos chamados “indocumentados” que ali permaneçam até 31 de Dezembro de 2020, o que, para todos os efeitos, abrange cerca de 11,7 milhões de estrangeiros ilegais nos EUA[86]. De resto, Joe Biden também assinou uma ordem executiva para reverter a proibição de entrada de viajantes vindos de vários países de origem muçulmana do Médio Oriente, medida que fora adoptada pela Administração Trump para diminuir o risco de terrorismo em solo americano.

É um facto que Joe Biden fez profissão de fé na Nova Ordem Mundial, mormente quando, em 23 de Abril de 1992, deu a lume, no Wall Street Journal, um artigo de opinião intitulado “How I Learned to Love the New World Order.” Nesse mesmo artigo, Joe Biden enalteceu a “segurança colectiva” tal como definida e propagada pela ONU, apelando ademais para o compromisso permanente de forças ao serviço do Conselho de Segurança, além do revigoramento da Carta das Nações Unidas, que é como quem diz em detrimento da soberania, autonomia e independência dos Estados Unidos, e, por conseguinte, da Constituição americana, ante a qual jurou solenemente cumprir e defender mais do que uma vez. Aliás, Biden não apenas se limitou a uma simples profissão de fé, pois passou toda a sua carreira política a construir e a promover o programa mundialista do Council on Foreign Relations (CFR), bem como a apoiar toda e qualquer medida susceptível de aumentar o alcance, o tamanho e o poder da Organização das Nações Unidas. E quando, por fraude eleitoral massiva[87] em 2020, ocupou a Casa Branca, “Sleepy Joe” começou imediatamente a recrutar para os altos círculos da nova Administração americana quase duas dezenas de membros globalistas do CFR[88].

Contudo, convém notar que o artigo de opinião de Biden no Wall Street Journal tivera lugar após os vários discursos televisivos sobre as Nações Unidas e a Nova Ordem Mundial de George H. W. Bush, ele próprio, de resto, um membro do Conselho das Relações Externas. Bush pai chegou, inclusivamente, num discurso datado de 11 de Setembro de 1990, a afirmar que, como quinto objectivo a atingir em período tão conturbado, uma nova ordem mundial podia vir à luz do dia, pelo que as suas expectativas recaíam na ONU tal qual havia sido visionada pelos respectivos fundadores. Ora, entre os tais fundadores elogiados por George H. W. Bush estavam o diplomático soviético Vyacheslav Molotov e os agentes comunistas sob as ordens do genocida georgiano José Estaline infiltrados no governo americano, assim como traidores ao serviço da URSS, tais como: Alger Hiss, Soloman Adler, Virginius Frank Coe, Lawrence Duggan, Noel Field, Harold Glasser, Victor Perlo, Nathan G. Silvermaster, Harry Dexter White, outros mais.

Na Hungria, na cidade fronteiriça de Ásotthalom, perto da fronteira com a Sérvia, o Presidente de Câmara László Toroczkai viu-se na necessidade de, no princípio do ano de 2021, pedir ajuda militar ao governo húngaro para lidar com vastos grupos de migrantes ilegais em idade militar implicados na invasão e destruição de casas e fazendas dos seus cidadãos constituintes. E com inteira razão justificou o seu acto dizendo que a ordem teria de ser restaurada, sobretudo quando o que está verdadeiramente em causa é o assalto constante à fronteira húngara por parte de estrangeiros ilegais vindos da fronteira com a Sérvia, servindo-lhes assim de passagem da Península Balcânica para a União Europeia.

Em Espanha, só no mês de Fevereiro de 2021, centenas de migrantes ilegais do sexo masculino vindos maioritariamente da Argélia em 16 embarcações chegaram a ser largados a eito em Granada, Almería, Murcia e Ceuta sob a supervisão de patrulhas costeiras usando para o efeito fatos de risco biológico. Assim se explica, pois, a crescente crise migratória e a decorrente violência em tierras de Espanha continental, bem como em seus demais territórios, nomeadamente nas Ilhas Canárias aonde já aportaram cerca de 25.000 migrantes desde que tivera início o ano de 2020. E, de facto, os centros de detenção em Espanha tornaram-se de tal forma superlotados, que os estrangeiros ilegais vindos das Canárias são reportadamente soltos algum tempo após terem desembarcado.


Entretanto, relembremos que a par de tudo isto esteve a implementação pelas Nações Unidas do denominado Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular (GCM), em Marraquexe (Marrocos), aprovado e assinado por 164 países em 10 e 11 de Dezembro de 2018 e formalmente endossado a 19 do mesmo mês pela Assembleia-Geral das Nações Unidas. Em termos práticos, um tal pacto passou a outorgar os mesmos direitos a todos os eventuais migrantes no sentido de se deslocarem para qualquer parte do mundo, quer estejam ou não numa situação de legalidade. De resto, o mesmo pacto saiu à luz do dia para, sob os sinuosos auspícios da ONU, declarar totalmente ilegal qualquer dúvida ou escrutínio a respeito dos migrantes eventualmente abordados ou questionados por países signatários do acordo intergovernamental em causa, senão mesmo por certa imprensa sedeada nesses mesmos países. E, na melhor “tradição” orwelliana, qualquer financiamento público concedido a essa imprensa deve ser, à partida, imediatamente estancado se a mesma não permanecer dentro dos carris da narrativa oficial mundialmente propagada quanto à legitimidade inquestionável da migração num novo mundo transfronteiriço.

O futuro nada auspicioso do Continente europeu parece estar hoje na linha do que o Conde Coudenhove-Kalergi já, de facto, projectara no âmbito do seu livro Praktischer Idealismus (1925), bem como do movimento Pan Europeu surgido nos anos 20 do século passado, ademais financiado pela elite financeira internacional. Por outras palavras, o plano Kalergi, tal como no presente se tem vindo a configurar, visa essencialmente a cabal destruição das nações europeias mediante um ataque directo e implacável à diversidade étnica, etnológica e etnogeográfica subjacente à característica fisionomia dos vários povos europeus, e, no processo, lograr, acima de tudo, a predominante destruição do homem caucasiano em prol da formação de uma raça mestiça[89]. Nesse aspecto, o Pacto Global para a migração das Nações Unidas parece, de uma forma geral, estar a seguir as linhas mestras do plano Kalergi quanto a uma política de forçada unificação de nações, povos e raças numa massa populacional[90] cuja natureza potencialmente servil interessa sobretudo a uma oligarquia mundialista detentora dos mecanismos de poder e decisão supranacionais.

O ritual simbólico daqui decorrente tem estado, aliás, na forma como a União Europeia tem entregue anualmente o prémio Coudenhove-Kalergi a destacadas figuras europeias devido ao papel particularmente distinto que alcançaram no avanço da integração europeia, prémio esse oficialmente concedido sob a denominação de Prémio Internacional Carlos Magno. Entre as várias personalidades já entretanto premiadas contam-se, por exemplo, as de Angela Merkel, Herman Van Rompuy, Tony Blair e até mesmo a do Papa Francisco ou a do judeu estadunidense Henry Kissinger. E assim se explica a concorrida dimensão a que tem chegado a construção transfronteiriça de uma nova ordem mundial assente numa multipolaridade regional substitutiva dos Estados-nação.

A imigração, bem entendida, só é organicamente sustentável desde que ocorra sob o controlo, as necessidades e as capacidades de cada país em particular para poder assegurar que existem recursos e tempo suficiente para que futuros cidadãos possam assimilar, adaptar-se e tornar-se membros de pleno direito na sociedade livremente escolhida para viver e organizar a sua nova vida. Quando, porém, os números respeitantes à imigração começam a indiciar a sua disproporção por forçosamente decorrerem de forças externas internacionais e, nessa medida, coadjuvadas por forças internas comprometidas no globalismo invasor, surgem inevitavelmente tensões sociais ao nível dos postos e possibilidades de trabalho e respectivos salários, assim como na própria sustentabilidade dos serviços públicos em particular e da sociedade em geral. Exemplos de violência e incitamento ao ódio certamente não faltam por essa Europa fora, em grande parte largamente fomentados por uma política globalista de fronteiras abertas a todo o custo, se bem que por vezes tal política suscite um inevitável conflito quando confrontada por alguns países menos susceptíveis de a acatar na ordem supranacional, como a Hungria e a Polónia. Contudo, a narrativa oficial dominante, correntemente instalada nos sistemas de educação e dos media prontamente engajados da maioria dos países da Europa ocidental, recusa-se terminantemente a reconhecer que o aparecimento sistemático de todo o tipo de tumultos, agitação e conflitos raciais em certos países europeus é, acima de tudo, uma consequência directa daquela mesma política globalista de fronteiras abertas, para, por contrapartida, passar a imputar todo esse potencial de destruição aos receios e apreensões da maioria dos cidadãos desses mesmos países doravante apodados de intolerantes racistas e xenófobos de extrema-direita[91].

Seja como for, o homem caucasiano representa, de facto, uma minoria étnica que andará à volta dos 11% do total da população mundial, e que segundo tudo indica tem vindo a decrescer de ano para ano. Ora, o racismo é, por definição, o acto de perseguir ou de minorar outras etnias e raças com base na ideia da superioridade racial. E a macabra ironia, no meio disto tudo, é que o fenómeno da irrestrita e forçada migração em massa para certos pontos do globo incentivada e patrocinada pelas Nações Unidas e pela União Europeia com o propósito de colonizar, desestabilizar e destruir todo um conjunto de comunidades, nações e pátrias histórica e espiritualmente consolidadas constitui uma acção premeditadamente racista e, além do mais, suficientemente reconhecida pela ONU como não menos passível de ser igualmente considerada uma acção concertada de genocídio.





[23] «Where does the fear come from? Doctors say that different threats push different psychological buttons. Novel, exotic threats such as Ebola, avian or swine flu, or coronavirus raise anxiety levels higher than more familiar threats do. This reaction may have to do with our amygdala, which research suggests plays a role in detecting novelty as well as processing fear. In one study, for example, Nicholas Balderston and colleagues at the University of Wisconsin–Milwaukee found that activity in the amygdala increased when participants looked at unfamiliar flowers right after seeing pictures of snakes. What and who irritates your amygdala? The answer is obvious. Please recall how many times you heard of a “novel” virus that “we know nothing about,” but we are certain that it is “deadly,” and “millions will die.” Think about the “death toll” and then “case” counts that ran in real-time in the corner of any news channel. In the spirit of “accentuate the negative and eliminate the positive,” the number of people who tested negative for COVID-19, or the number who recovered, were seldom announced. Dr. Anthony Fauci, the media face of science, was on the news 24/7, speculating on the nature of the virus, and justifying the harshest lockdown measures.

Policies also contributed to the public anxiety. Think about the Democrat lawmakers and governors who demanded more mask mandates, more lockdowns, and restrictions. They kept people of faith out of churches, athletes out of gyms and sport venues, children out of schools, and parents out of work. They’d recommend you not to visit family members. Not go outside. Not travel. To make sure that the fear of the virus was here to stay, Joe Biden announced that “the darkest days of COVID are ahead of us,” even though the vaccines had already arrived and statistics clearly showed a nationwide drop in cases.

The media sensationalism, political irresponsibility, and hatred for President Trump created a real pandemic of fear that likely claimed more lives than the COVID virus itself» (cf. Veronika Kyrylenko, «Pandemic of Fear: Calm Down if You Want to Live», in The New American, March 25, 2021).

[24] Os globalistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e do Imperial College of London, delinearam um modelo de engenharia social que se traduzia no seguinte: os vários governos, no surgimento da nova pandemia, devem implementar medidas sanitárias restritivas como os confinamentos, seguidos de uma progressiva abertura da economia e da actividade humana estritamente controladas pelas autoridades públicas. Diziam então os globalistas que tais medidas ajudariam a suster o avanço do vírus e salvariam vidas, se bem que discretamente admitissem que os sucessivos ciclos de clausura e abertura tivessem um outro objectivo não publicamente declarado. Com o passar do tempo, o cidadão habituar-se-ia à intrusão governamental na vida do dia-a-dia, aceitando alfim a ideia de um comando tecnocrático ditando o que lhes era permitido fazer ou não fazer, até nos gestos mais comuns da vida colectiva e individual. Todas as interacções humanas entrariam assim numa “nova normalidade” que, ao fim ao cabo, outra coisa não seria senão uma servidão progressivamente obtida por consenso generalizado induzido por uma propaganda autoritária numa população inerme, dócil e passiva.

A socialização tornar-se-ia assim, num futuro distópico próximo, bem mais sofisticada pela forma como as autoridades públicas discriminariam a ponto de decidir quem, a pretexto duma pandemia mortífera, efectivamente representaria ou não um agravado risco para a saúde pública. E, de facto, não seria preciso muita imaginação para vislumbrar até onde uma tal engenharia social poderia levar o cidadão comum em aspectos tão contraproducentes como os directamente relacionados com a monitorização dos seus próprios movimentos através de novas aplicações tecnológicas em telemóveis de última geração, ou mediante a instalação de medidores de temperatura corporal nos locais de trabalho, à entrada de grandes recintos e eventos, no acesso a edifícios governamentais e terminais de transportes públicos, ou ainda pelo recurso a imprescindíveis certificados de identificação digital como meio de prova, por verificação de um telefone celular, do estatuto de imunidade por via de uma vacina ou de pelo menos um teste negativo ao coronavírus. E uma vez normalizado o esquema globalista de um vírus letal para a vida em sociedade, ainda que sob a ameaça de novas variantes, ou mesmo sob a ameaça futura, real ou imaginária, de um próximo vírus mais devastador ainda para a humanidade, o realmente importante é que se pudesse manter indefinidamente a agenda institucionalizada de controlo e condicionamento total da população do globo, de preferência para sempre (cf. «(...) "a próxima pandemia não é uma questão de 'se', mas de 'quando'"»: «Covid-19. Tratado contra pandemias pode estar pronto para assinar em maio», in Lusa, 30/3/2020).

[25] Atendendo apenas aos EUA, o número de mortos pelo SARS-CoV-2, em 2020, foi em média, excluídos os lares de idosos, abaixo de 1%. A larga percentagem de óbitos ocorreu, por conseguinte, em lares, naturalmente entre idosos com várias comorbidades, os quais chegaram a perfazer apenas 8% dos casos de infecção por Covid-19 e 45% da totalidade do número de mortos atribuídos ao novo coronavírus. É, aliás, sabido que morrem anualmente cerca de 50.000 americanos devido à pneumonia, para a prevenção da qual estão inclusivamente disponibilizados vários lotes de vacinas. Segundo o Worldometer, em todo o mundo morreram, em 2020, 1,830,979 pessoas por Covid-19, além de 8,7 milhões de pessoas por cancro, 5 milhões por tabagismo, 13 milhões por doença e quase 2 milhões por HIV/AIDS. Além disso, também ocorreram 42.6 milhões de abortos, o que significa que o aborto é 23.2 vezes mais letal que o “vírus chinês”. É, pois, caso para perguntar se, em função destes dados estatísticos, foi preciso entrar em pânico, ou pôr em causa direitos e liberdades fundamentais como abusivamente se fez a propósito de um vírus que somente mata menos de 1% dos infectados? Mais: é caso ainda para perguntar se advogar e celebrar o aborto e o infanticídio, com as consequências letais acima reconhecidas, é algo racionalmente aceitável quando, por contrapartida, vemos medidas supostamente sanitárias, nomeadamente o isolamento domiciliário dirigido à população inteira, com o alegado objectivo de salvar vidas?


Quanto aos 500.000 americanos alegadamente mortos pelo SARS-CoV-2, segue-se um testemunho digno de monta: 

«All during the coronavirus situation, masked reporters masking reality have noted, enthusiastically, every mortality milestone reached during the past year. Now it’s “500,000 Americans have died of COVID-19!” which certainly is an attention-getter. It’s also profound COVIDiocy, writes an ex-medical examiner with more than 30 years experience in death investigation. The number isn’t even remotely accurate.

After outlining his impressive résumé, that man, Dennis McGowan, explains why he calls the way SARS-CoV-2 deaths are recorded “the big lie.” He writes:

Death certificates are pretty uniform in their structure, and they call for strict accuracy in listing the relevant details. There are five critical lines on a death certificate, each having its own contribution to the final conclusion.

The first (top) line is “Immediate Cause of Death.” This is where the actual terminal event is recorded. This line is followed by three more, all labeled “Due To,” where contributors to the immediate cause, in declining order, are listed. An example of this structure might be Immediate Cause listed as Cerebral Hemorrhage, and the first Due To line might be Gunshot Wound. Very direct. In the event that there are other contributors in the cascade of Due To notations, they would follow, in descending order. Finally, there is a line called “Other Significant Conditions,” which serves as a catch-all for relevant, non-fatal items. In the example above, this line might read Severe Depression to explain why there was a gunshot wound to the head.

You can imagine how many death certificates I’ve seen in my career, but you can’t imagine the number of death certificates that are being fraudulently tallied in this current pandemic. Someone in some bureaucrat’s office decided that if COVID appears anywhere on a death certificate, it is counted as a COVID death, even if it isn’t. If COVID is on the Immediate Cause line, it is clearly a COVID death. If it is on the first Due To line, it might be a COVID death in a person with a significant comorbidity. If it is on the second or third Due To line, it may or may not have a role in the death, but if it appears in the Other Significant Conditions line, it is not a COVID death, yet it is being counted as one. An example is the fellow who crashed his motorcycle and tested positive for COVID. This is fraud masquerading as science.

(...) So what is the actual China virus death toll? McGowan writes that “when the publicly advertised number hit 200,000, there was speculation that the actual number could be as low as 10 or 12 thousand.” Adjusting that for the current 500,000 mortality number yields a figure of 25 or 30 thousand.

McGowan says that he’d love to evaluate every death certificate in the nation so that we could know for sure. But I wouldn’t hold my breath waiting for transparency.

After all, politicians have justified their destructive, onerous lockdowns partially by citing artificially high mortality figures. So what would happen if they admitted that there were “only,” let’s say, for argument’s sake, 30,000 COVID deaths per “cold” season, making the disease comparable to the flu? They’d first, of course, have to relinquish the emergency powers they’ve seized using corona fears.

More significantly, though, what would happen to their political careers if they admitted that they ravaged the economy and people’s lives, and caused death, all based on an illusion?» (Selwyn Duke, «Ex-Medical Examiner: The “500,000 COVID Deaths” Number Is a Lie», in The New American, March 4, 2021).

[26] Esta aproximação reveste-se das mais variadíssimas formas, como a que ostensivamente sucede em Londres, onde cerca de metade dos 32 conselhos municipais utilizam equipamentos de vigilância particularmente ligados à tecnologia empregue pelo Partido Comunista Chinês na perseguição dos Uigures na província de Xinjiang. As duas companhias chinesas detentoras da tecnologia de reconhecimento facial são a Zhejiang Dahua Technology Co Ltd e a Hikvision, a última das quais fornece à polícia de Xinjiang sistemas de videovigilância destinados a controlar os cerca de 1 a 3 milhões de Uigures porventura detidos em mais de 1000 campos de concentração no noroeste da China. Por aqui, pois, se pode ver como uma tal tecnologia pervasiva tem sido sistematicamente instalada em vários pontos da cidade londrina através do uso frequente de fundos públicos, nomeadamente em Hammersmith e Fulham, onde só aí abundam 1.790 câmeras de vigilância com um custo estimado em  £350,000 ($485,000).






[27] Já quando da iminência da chamada segunda vaga na Irlanda, chegou a decretar-se o lockdown pelo período de seis semanas com viagens limitadas a 3 milhas de distância à conta de apenas 1 283 casos positivos de coronavírus e nenhum óbito registado. Depois, a par do lockdown, ficara ainda estabelecida a exigência de, para efeitos de circulação, o cidadão vir a dispor  necessariamente de um livre-trânsito na forma de uma aplicação tecnológica praticamente idêntica àquela já utilizada na China, muito embora já de si destinada a ser rapidamente suplementada por uma credencial baseada na vacinação contra a Covid-19.

[28] Cf. «Judge Takes Child From Mother Because She’s “Anti-Mask,” Forces COVID Vaccine Ultimatum», in INFOWARS, March 24th 2021.

[29] Ver a propósito: «Levine is making history not only as the first transgender to be approved for a cabinet position by the Senate but also as the first person to be confirmed after openly supporting sex changes for kids and the drugging of children with life-altering puberty blockers which can cause irreversible damages.

Levine last month was grilled on her support for child genital mutilation and drugging children by Rand Paul, the only GOP senator with the balls to take on Levine man-to-man (figuratively speaking)» (Chris Menahan, «Senate Confirms Transgender Extremist Rachel Levineto HHS, Advocate Of Sex Changes For Children», in Information Liberation, March 25, 2021).

[30] Para além da China estar conseguindo meter pé em inúmeras universidades, entidades bancárias e governos ocidentais, tem igualmente conseguido que membros do Partido Comunista Chinês tenham sido contratados pelas grandes empresas farmacêuticas multinacionais, como a Pfizer, a AstraZeneca e a GlaxoSmithKline.

[31] Por que razão deverão as pessoas serem vacinadas contra um vírus a que 99% delas poderá naturalmente sobreviver sem problemas de maior? (Cf. banned video «Medical Doctor [Sherry Tenpenny] Exposes 10 Deadly Dangers of Pzifer/Johnson & Johnson Covid-19 Vaccines», in INFOWARS, March 5th 2021). Porque há-de alguém confiar numa vacina que foi aparentemente confeccionada em menos de um ano, sabendo ademais que a vacina para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) demorou um decénio até ser produzida? Encontra-se ainda na memória pública a última vez em que um governo se precipitou na criação duma vacina contra a gripe suína, em 1976, acabando por infligir danos permanentes e até a morte em numerosos indivíduos. E não estão igualmente esquecidos os danos infligidos em vários países pelas vacinas contra a poliomielite testadas e administradas por Bill Gates e a Organização Mundial de Saúde, ou pela Novartis mediante a experimentação letal da vacina contra a gripe das aves nos sem-abrigo da Polónia, ou ainda pela GlaxoSmithKline inteiramente responsável pela morte de crianças devido à sua vacina contra a pneumonia. As duas últimas entidades constituem, repectivamente, o grupo farmacêutico suíço criado em 1996, sedeado em Basileia e a companhia farmacêutica multinacional britânica fundada em 2000, cujo quartel-general está localizado em Brentford, Inglaterra.

[32] Convergem nesta direcção as experimentações chinesas com humanos e a subsequente “edição de genoma” para criar soldados geneticamente modificados. Significa isto que o Partido Comunista Chinês persiste em ignorar todas as considerações de ordem ética a fim de aumentar o poderio militar através da biotecnologia, com base na qual estão já a ser conduzidos testes no seio do Exército de Libertação Popular com o principal intuito de desenvolver nos seus componentes capacidades biologicamente aprimoradas. No fundo, trata-se da preparação para a guerra de dominação biotecnológica mediante inusitadas transformações revolucionárias ao nível das aplicações militares: equipamento bélico, tipos de guerra e teoria militar. Seja como for, as aplicações biotecnológicas operadas na China implicam, de facto, profundas sinergias interdisciplinares entre os sectores comercial, militar e académico, de modo a consolidar uma estratégica científica que permita a Pequim dominar o planeta em termos económicos, militares e tecnológicos.

[33] O Fórum Económico Mundial chegou já a estabelecer um ambicioso plano para a criação de uma identidade digital sob a forma de uma aplicação (app) extensível a toda população planetária, como, aliás, vem sendo o projectado desígnio da Organização das Nações Unidas, inclusivamente no âmbito do pleno acesso às “smart cities”, com os seus vários serviços financeiros e de saúde, agências de viagens, estabelecimentos comerciais e instituições governamentais. E o Fundo Monetário Internacional (FMI) também desempenha aqui um papel fundamental ao ter já chegado a propor o uso de algoritmos a fim de monitorizar o que as pessoas pensam e escrevem nas redes sociais.

[34] Segundo Klaus Schwab, o fundador e actual director executivo da organização globalista que dá pelo nome de Fórum Económico Mundial, a Quarta Revolução Industrial reporta-se a um novo estádio de profundas mudanças tecnológicas que de alguma forma remontam à Primeira Revolução Industrial representada na actividade têxtil e no emprego da força do vapor em finais do século XVIII. Já por sua vez a Segunda Revolução Industrial tivera lugar nos últimos decénios do século XIX e nos primeiros do século XX, criando assim um aumento de novos bens de consumo e um desenvolvimento tecnológico susceptível da produção padronizada em larga escala. Depois viria ainda a Terceira Revolução Industrial por volta de 1950 através da eclosão e avanço das tecnologias digitais, para finalmente se chegar à Quarta Revolução supostamente precursora da verdadeira civilização global, daqui em diante pautada pela robotização da humanidade em detrimento de valores tradicionais como o trabalho, a comunidade, a família e a identidade nacional. Trata-se, enfim, do advento da nova e definitiva consciência colectivista tipicamente maquinal, involuntária e amoral.




[35] Esta revolução tem vindo a ser cuidadosamente preparada desde 2014 e, desde então, sistematicamente anunciada pela media económica através do uso de expressões tais como: a “sociedade sem numerário”, a “economia compartilhada”, a “vigilância biométrica em massa”, o “sistema de crédito social”, etc.

[36] Daqui necessariamente resultará que cada movimento será estritamente vigiado e cada pensamento potencialmente decifrado por um engenho biotecnológico implantado, como que numa antecipação do admirável mundo novo doravante determinado por um misto de realidade, inteligência artificial e computação quântica. Paralelamente, figuras ligadas a altos cargos governamentais e a entidades empresariais, associadas ao Fórum Económico Mundial e à Organização das Nações Unidas, sustentam mesmo a urgente necessidade de promover, de acordo com o novo paradigma tecnocrático, a implantação de microships nos seres humanos capazes de transmitir a sua localização, além das respectivas alterações fisiológicas.

[37] A presidente globalista da Comissão Europeia, Ursula von der Leyden, fez igualmente questão de se referir ao “Great Reset” como uma oportunidade a não perder quanto à necessidade de uma cooperação e transformação radicais no contexto da nova governação euro-mundialista, já mesmo depois de ter celebrado a alegada vitória de Joe Biden nas presidenciais americanas de 2020, tendo em vista o predomínio planetário da economia e da sociedade digitais. Contudo, o globalista New York Times chegara entretanto a publicar um artigo, em Novembro de 2020, descartando o “Great Reset” como mais uma “teoria da conspiração”, isto enquanto o Fórum Económico Mundial dava simultaneamente a conhecer uma tal iniciativa nos termos urgentes de uma cooperação global destinada a supostamente combater a crise sanitária do SARS-CoV-2. Dentre os domínios visados, destacaram-se então os relativos às circunstâncias futuras das relações internacionais, bem como os respeitantes às inevitáveis prioridades sociais e à subjacente direcção das chamadas economias nacionais, que o mesmo, no fundo, é dizer aos particularmente relacionados com a natureza colectivista dos novos modelos e sistemas globais socioeconómicos. O “Great Reset” é, aliás, um sucedâneo de esquemas megalómanos já anteriormente delineados nas cimeiras de Davos, nomeadamente em 2009, com o plano “Shaping the Post-Crisis World”, e, em 2012, com o plano “The Great Transformation.” Em suma: o “Great Reset” é apenas a reformulação da já consabida Nova Ordem Mundial.

[38] Na realidade, estamos perante um sistema global de controlo financeiro em mãos privadas susceptível de, em conferências de acesso vedado ao público e mediante acordos firmados no mais completo sigilo, dominar política e economicamente todo e qualquer país do mundo por intermédio dos bancos centrais. Curiosamente Carrol Quigley, no seu livro Tragedy and Hope, deu conta de que os responsáveis pelos bancos centrais não passam de meros tecnocratas que estão muito aquém dos verdadeiros círculos do poder financeiro mundial, servindo apenas como agentes e técnicos encarregues de supervisionar a transição de toda a propriedade alheia para as mãos de uma poderosa elite global apostada em deter a riqueza e os recursos naturais de todo o planeta. E o meio de o conseguirem passa essencialmente pelo emprego estratégico das suas fundações bilionárias sem fins supostamente lucrativos, que o mesmo é dizer inteiramente isentas de impostos.

[39] Exigem, com efeito, os globalistas um “futuro sustentável” no qual todas as formas de actividade humana estarão estreitamente monitorizadas e, nessa medida, controladas em nome da sustentabilidade do planeta. Os globalistas estão, para mais, convencidos de que a instauração de um sistema global em que todas as nações do mundo permanecem rigidamente conectadas é o que melhor serve o interesse último da humanidade. Querem, por outras palavras, um novo mundo transformado num pesadelo distópico transhumanista.

Não é por acaso que os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU visam praticamente os mesmos objectivos veiculados pelo programa unimundialista contido no “Great Reset”, sobretudo quando se trata de, consoante a propaganda usada e abusada nos círculos internacionais, combater as desigualdades socioeconómicas entre homens e mulheres, classes sociais e países de todo o mundo, procurando estabelecer, para esse fim, o controlo total sobre toda a produção e consumo por via da centralização governamental de todos os recursos públicos e privados existentes. E a par disso virá ainda o controlo governamental dos sistemas de saúde a nível global, bem como a criação de uma ideologia globalista única no domínio da educação com vista a uma radical mudança de atitude e comportamento das crianças enquanto indispensáveis agentes de implementação da sociedade distópica do porvir. Entre os novos “valores” a implementar encontram-se os impostos sobre emissão do carbono para forçar as companhias aéreas e os mais variados sectores energéticos a adoptarem os “programas sociais” unilateralmente regidos pelo establishment globalista, sempre em abono de uma chamada “economia verde” mais justa e amiga do ambiente e da natureza. Enfim, um esquema fraudulento susceptível de levar avante a agenda burocrática e transnacional do globalismo invasor. (Sobre a Agenda 2030, ver Alex Newman, «At “World Government Summit,” Globalists Push UN Agenda 2030», in The New American, February 22, 2019).

[40] Essa articulação traduz-se, em termos práticos, numa receita para a tirania global e para a pobreza aflitiva e generalizada.

[41] A expressão “economia verde” significa na novilíngua mundialista o sistema panóptico de dominação tecnocrática à escala global. Aqui a ironia não podia ser maior, dado que a retórica socialista que geralmente preconiza o livre-mercado como subjugado ao “grande capital” em momento algum refere como o colectivismo, subtraindo os recursos alheios e, nessa medida, atentando contra a dignidade e a deliberação individuais, de nenhum modo serve a sociedade providenciando a todos o justo acesso a uma vida determinada na liberdade económica, na independência política e na realização espiritual plenamente vivida e autenticamente experienciada. De maneira que a preconizada falta de coesão social, ou a falta de igualdade de oportunidades decorrente de uma tal retórica aparentemente inclusiva, é mais um daqueles estereótipos geralmente equacionados pela recorrente cartilha neomarxista.

Ver aqui




[42] No lance, a elite internacional, numa acção conjunta com as multinacionais farmacêuticas, tudo vai dispondo para que a humanidade alinhe no esquema globalista em voga, simplesmente tomando a "vacina" e porventura morrendo em silêncio enquanto todos os seus pertences lhe vão sendo subtraídos pelos promotores do “Great Reset” (cf. Brian Shilhavy, «3,964 DEAD 162,610 Injuries: European Database of Adverse Drug Reactions for COVID-19 “Vaccines”», in Health Impact News, March 24, 2021). A vacinação em massa, tendo por objectivo subjacente a diminuição da população e o genocídio mundial, constitui apenas uma etapa do grande plano envolto num esforço altamente coordenado na dilapidação geral de todos os recursos públicos e privados mediante o premeditado colapso da moeda fiduciária para, em última instância, desvalorizar todos os bens e poupanças existentes. E com as alegadas mutações do novo coronavírus, outras mais vacinas serão continuamente criadas numa espiral sem fim à vista, o que por si só supostamente justificará mais uma sequência infindável de confinamentos consoante as determinações e as directrizes da agenda euro-mundialista em curso. Caso esta seja bem sucedida, o processo poderá estender-se por uma série de anos até que a decaída população do globo, já adaptada aos novos mecanismos de controlo férreo, nem mesmo se lembrará de como fora a vida antes da orquestrada crise pandémica.

[43] Os globalistas do Deep State, acenando com a retórica vazia do “Great Reset”, advogam um futuro colectivista sob a concertação conjunta do Fórum Económico Mundial, a Organização das Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional, a família real britânica e tutti quanti (cf. Alex Newman, «Great Reset: IMF to Redistribute U.S. Wealth Via Proto-Global Currency», in The New American, March 30, 2021)Trata-se de uma” nova espécie de contrato social” que beneficiará a elite global em nome do progresso sustentável das massas, propiciando-lhes uma existência supostamente feliz, se bem que, de permeio, acabem destituídas da sua privacidade e de todos os seus haveres. A questão fundamental passará, portanto, por transformar radicalmente a agricultura, as indústrias, a educação, enfim, a sociedade no seu todo, incluindo, para o efeito, as relações sociais e individuais, o ser humano em última instância.

E, claro está, o “novo contrato social” será implementado em nome da designada “justiça social”, inteiramente baseada numa completa reformulação do sistema socioeconómico global, reformulação essa em que todos os países, desde os Estados Unidos da América à República Popular da China, deverão participar com o objectivo de proceder à cabal transformação de toda a indústria do petróleo, gás e tecnologia dominantes. Não haverá, por conseguinte, um regresso à “vida  normal”, apenas um “novo normal” doravante simbolizado na cada vez mais consolidada expressão “era pós-coronavírus”, por contrapartida à “era pré-coronavírus”. Assim, estaremos todos, quer queiramos ou não, sujeitos a uma transformação sistémica da realidade habitualmente vivida em termos susceptíveis de promover uma revolução que, no limite, envolverá a substituição de todos os agentes accionistas pelos novos agentes de grupos de interesses estrategicamente impactados numa política mundial intervencionista ao nível económico, financeiro e ambientalista.

No fundo, do que se trata é de uma mudança radical de mentalidade assente numa nova espécie de “capitalismo inclusivo”, supostamente capacitado para a “boa governança” – entenda-se a “governança global” –, e, como tal, promovido mediante mecanismos governamentais de planificação central sob as directrizes provenientes do socialismo corporativo internacionalista. A um tal esquema de dominação mundial corresponderá a destruição impante da classe média ditada pela poderosa elite tecnocrática, particularmente movida no intuito de abolir o sistema de livre-mercado, criando, para o efeito, corporações de alegada beneficência social e económica directamente favorecidas pela isenção de impostos, contratos governamentais e toda a sorte de subsídios em nome do “desenvolvimento sustentável” e do tão apregoado “bem comum”.

[44] Os promotores do Fórum Económico Mundial têm literalmente financiado certos movimentos de activistas ambientalistas, o que desde logo explica que Greta Thunberg e a British Petroleum constituam dois pilares fundamentais da mesma agenda climática promovida pela organização sedeada em Genebra. A Global Shapers Community é um desses movimentos com que o Fórum Económico Mundial tem podido certamente contar, até pela forma como tem dirigido e organizado as marchas e manifestações pró-ambientalistas. Destaque-se ainda o Climate Reality Project, uma organização activista incumbida de treinar líderes comunitários, ademais gerida por Al Gore, também ele um elemento-chave no Conselho de Administração do Fórum Económico Mundial.

[45] Curiosamente, o Government Communications Headquarters (GCHQ) é o Serviço de Inteligência Britânico encarregue da Segurança, Espionagem e Contra-Terrorismo nas Comunicações, entretanto usado para controlo e monitorização do movimento de cidadãos britânicos em confinamento forçado. Nisto, desencadeou-se ainda, no âmbito desse Serviço de Inteligência, a compilação informativa quanto à interoperabilidade e desenvolvimento das aplicações de rastreamento da Covid-19, a par da luta contra as chamadas “teorias da conspiração” atribuídas ao movimento antivacinas já classificado como propaganda terrorista propagada nas redes sociais. Note-se, aliás, que o Government Communications Headquarters (GCHQ) estivera já previamente envolvido em actos de espionagem ao público em geral, consoante revelara, em 2013, o ex-analista da CIA Edward Snowden, ao nomeadamente frisar que uma tal agência de inteligência lograra recolher na Grã-Bretanha dados telefónicos e online por via de um programa de código denominado “Tempora”.

[46] Cf. Alex Newman, «Climate Alarmists Have Been Wrong About Virtually Everything», in The New American, June 2, 2017; «UN Climate Summit: Shackling the Planet to “Save” It», in The New American, January 4, 2016.

[47] Cf. «Why Do You Wear a Mask? Science Says They Don’t Work!», The New American, Healthcare Video, March 3, 2021; Patrick Howley, «Numbers In The New CDC Report DESTROY The Case For Mask Mandates», in National File, March 6, 2021; Cathy A. Spigarelli, «Should I Wear a Face Mask?», in The New American, June 8, 2020. 



[48] Grande parte das máscaras usadas pelo público são as chamadas máscaras caseiras, em contraste com as máscaras cirúrgicas e respiratórias. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos admite que o uso de máscaras caseiras é pouco eficaz na prevenção ao SARS-CoV-2, mas, ainda assim, recomenda ao público ignaro o uso das mesmas, enquanto, por seu turno, aconselha as máscaras N95 para os seus funcionários e o pessoal médico. Por outro lado, não deixa de ser verdade que os países e estados que mais têm sobressaído na implementação do uso obrigatório da máscara, são precisamente os que mais têm sido assolados com os maiores picos de infecção, como é, por exemplo, nos EUA, o caso do Estado de Nova Iorque, seguido da Califórnia, do Michigan e do Illinois. Nem sequer se compreende a obrigatoriedade do uso da máscara em espaços abertos ou ao ar livre, quando a actividade viral dificilmente prolifera sob o influxo esterilizante da luz solar, a não ser que, claro está, tudo se reduza a uma questão de controlo em vez de uma questão científica destinada a salvar vidas (cf. Paul Joseph Watson, «Spain Passes Law Mandating Face Masks While Swimming in the Sea», in INFOWARS, April 2, 2021).

[49] Quanto ao prestígio que se tem criado à volta de uma suposta redução quase milagrosa dos casos da gripe um pouco por toda a parte, mormente nos Estados Unidos e na Inglaterra, a questão pode certamente explicar-se do seguinte modo por contrapartida à mistificação do uso eficaz da máscara pela população em geral:

«(...) as we previously highlighted, other health experts have suggested that flu cases are so dramatically low because influenza cases are being falsely counted as COVID cases.

Last month, top epidemiologist Knut Wittkowski asserted that, “Influenza has been renamed COVID-19 in large part.”

According to Wittkowski, former Head of Biostatistics, Epidemiology and Research Design at Rockefeller University, this was because many flu infections are being incorrectly labeled as coronavirus cases.

“There may be quite a number of influenza cases included in the ‘presumed COVID-19’ category of people who have COVID-19 symptoms (which Influenza symptoms can be mistaken for), but are not tested for SARS RNA,” Wittkowski told Just the News.

While the great 2020 disappearing flu passes largely under the mass media’s radar, media-proliferated mass deception and power of repetition get most people to believe that what’s harmful to health and well-being is beneficial» (cf. Tyler Durden, «US 'Mysteriously' Sees Lowest Flu Season On Record During COVID Pandemic», in Zero Hedge, February 28, 2021).

[50] Toda e qualquer tentativa, bem ou mal-sucedida, para descrever o acima exposto tem sido sistematicamente catalogado pelos chamados “líderes de opinião” e pela media em geral de “negacionismo”, um galicismo usado e abusado para suprimir quaisquer factos, evidências e pontos de vista que não coincidam unilateralmente com a narrativa oficial tida por cientificamente objectiva e incontestável. Uma tal forma anquilosada de catalogação visa, pois, numa primeira instância, implicar o catalogado num “crime de pensamento” deveras prejudicial à sociedade e num potencial candidato ao “crime de ódio” aos judeus saldado na eventual “negação do Holocausto”; numa segunda instância, visa ela preconizar novas formas de “negacionismo” cujo denominador comum é o de caricaturar, humilhar e banir todo o investigador que, em razão de um aturado rol de pesquisas francamente incómodas para a  “cultura oficial”, não se sinta mobilizado ou suficientemente intimidado para aderir ao “consenso cientifíco” do momento, designadamente o relativo ao alegado e não empiricamente comprovado “aquecimento global” (cf. Alex Newman, «UN "Environmental" Schemes Advance World Government», in The New American, August 20, 2018; Brandon Smith, «Globalists Using Environmentalism To Push Eugenics, Population Control», in INFOWARS, December 11, 2019). De resto, perante a tecnocracia global emergente, é caso para perguntar: quem aqui são, na realidade, os verdadeiros “negacionistas”?

[51] Fauci em Italiano significa “boca” ou “mandíbula”.

[52] Fauci incitou, inclusive, os americanos a usarem duas máscaras, alegando para isso que uma tal medida fazia todo o sentido, já que se dispondo mais do que uma camada protectora a eficácia seria naturalmente maior. Mas, em matéria de disparates, Fauci seria ademais superado por investigadores em Virginia Tech, pois segundo eles o uso de duas máscaras apenas poderia providenciar 50-70% de eficácia, ao passo que o uso de três máscaras já poderia chegar aos 90% de eficácia. Porém, isso ainda não era suficiente para o Dr. Scott Segal, empossado em anestesiologia em Wake Forest Baptist Health, em Winston-Salem, North Carolina. Segundo ele, o uso de três ou quatro máscaras seria antes o meio indispensável para garantir a melhor protecção contra o SARS-CoV-2. Numa palavra: pura insanidade (cf. Zachary Yost, «Anthony Fauci Only Knows His Narrow Field of Expertise», in INFOWARS, April 17, 2020; Steve Watson, «Video: Fauci Says Kids Need To Wear Face Masks To Play Together», in INFOWARS, March 29 2021).

No império da máscara, as pessoas, na sua esmagadora maioria, como que passaram, de um momento para o outro, a assemelhar-se a elementos criminosos, uma vez que, de um modo voluntário ou por induzida força das circunstâncias, se deixaram transformar em criaturas sem rosto, com a voz abafada, e, nessa condição sem dignidade própria, indubitavelmente destituídas de toda e qualquer empatia social e humana, antecipadora de uma sociedade totalmente atomizada e ciberneticamente autodirigida e autovigiada. Entretanto, no outro lado do Atlântico, as universidades americanas já ameaçaram cortar completamente aos estudantes o acesso a plataformas tecnológicas por estes alegadamente não acatarem as medidas de confinamento draconianamente impostas, impelindo-os, para o efeito, a cumprir o chamado “distanciamento social”, o uso compulsivo da máscara, a obrigatoriedade de permanecer em bolhas ou em áreas de isolamento no âmbito de unidades de ensino e residências universitárias, a proibição de frequentar estabelecimentos comerciais não-autorizados, a prática da actividade sexual com recurso ao uso da máscara e a concomitante submissão total à testagem massiva em nome do combate à Covid-19. Trata-se, no fundo, de uma prisão-modelo ensaiada em terreno universitário, já praticamente implementada noutras partes do mundo em que se assiste paralelamente a medidas de coerção policial ou à intervenção de patrulhas COVID com poderes inconstitucionais para entrar na casa das pessoas e delas dispor arbitrariamente em nome de uma crise sanitária local, regional e mundial ostensivamente arquitectada.



[53] Ao passo que maioria dos “media” e certos grupos internacionalistas como o Fórum Económico Mundial enalteceram o impacto positivo dos lockdowns na redução das emissões de C02 e na compulsiva existência de cidades praticamente desertas onde reina aparentemente a calma e a serenidade, a verdade é que muito ficou ainda por dizer sobre o real impacto no ambiente em geral decorrente das duras medidas de confinamento largamente adoptadas em quase todo o mundo, mormente no que concerne ao descartar de objectos de protecção individual, como luvas e máscaras cirúrgicas em ecossistemas marinhos e na subsequente poluição dos mares e oceanos (cf. Paul Joseph Watson, «Philippines Coral Reef Covered With Face Masks», in INFOWARS, March 9th 2021).

[54] No ínterim, o CDC acabou por reconhecer que entre o número oficial de mortes atribuído à Covid-19 nos Estados Unidos apenas 6% correspondiam única e exclusivamente ao novo coronavírus. Aliás, segundo esta agência norte-americana do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, a melhor estimativa média de sobrevivência ao SARS-CoV-2 é de 99.99% para indivíduos com menos de 19 anos, e de 99.98% para aqueles entre os 20 e os 49 anos. Ainda segundo o CDC, a taxa de mortalidade mostrava, em Setembro de 2020, que para indivíduos entre os 50 e os 69 era de 99.5%, ao passo que para os de mais de 70 anos era de 94.6%. Não obstante tais dados estatísticos, a comunicação social e alguns especialistas médicos prosseguiram numa onda de histerismo alarmista que, como é sabido, levou à destruição progressiva das actividades socioeconómicas conduzida por inúmeros governos e organizações internacionais, entre as quais se destacam a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde.

Entretanto, surgiu um número bastante considerável de peritos e especialistas médicos que fizeram ouvir a sua voz, apesar de abafada pelos media nacionais e internacionais, quanto às medidas globalmente adoptadas para “proteger os mais vulneráveis” contra o novo coronavírus. Cerca de 36 000 especialistas médicos e mais de 12 000 médicos e cientistas de saúde pública assinaram no Instituto Americano de Pesquisa Económica, no Massachusetts, em 4 de Outubro de 2020 – ao lado de mais de 650 000 cidadãos igualmente preocupados –, a Declaração de Great Barrington no intuito de avaliar e questionar as várias medidas governamentais que levaram ao colapso generalizado das actividades socioeconómicas, assim como à deterioração generalizada da saúde pública e ao consequente aumento da mortalidade associada às doenças oncológicas e cardiovasculares, entre outras. Além disso, chegaram à conclusão que a solução mais equilibrada era a que justamente passava pela imunidade de grupo, dado permitir à generalidade das pessoas fazer a sua vida normal construindo, sem grande risco de vida, a sua própria imunidade contra o SARS-CoV-2 por via do contacto pessoal e da infecção natural, ao mesmo tempo que vão sendo adoptadas as medidas necessárias para assim proteger os mais vulneráveis ou os indivíduos susceptíveis de maior risco. Por outras palavras, a Declaração de Great Barrington sustenta que o aumento da infecção daqueles com menor risco de vida levaria a um aumento da imunidade na população que também acabaria por proteger justamente aqueles com maior risco de contrair o SARS-CoV-2.

Para além disso, achamos deveras interessante um escrito redigido por Jon Rappoport, intitulado «SARS-CoV-2 Has Not Been Proven to Exist; I Can Do This Forever» (in INFOWARS, December 18, 2020). A questão nuclear, balizada em notas de roda-pé assinaladas pelo autor, pode desde logo sintetizar-se do seguinte modo:

«First of all, very high praise goes to Christine Massey, for her work in exposing the coronavirus fraud. In a half-sane world, she would have received many awards by now.     

Her latest communication reads: “Freedom of Information reveals Public Health Agency of Canada has no record of ‘SARS-COV-2’ isolation performed by anyone, anywhere, ever”.

I urge readers to visit Massey’s site and read her new article and follow all the links. Her findings are stunning. She and her team have made about 40 FOI requests to public health agencies in various countries, requesting proof that SARS-CoV-2 has been isolated. You’ll see from the responses that not one agency has records demonstrating isolation.

This means exactly what it seems to mean: the virus has not been proven to exist.»

Desfiando ainda mais a trama, prossegue Jon Rappoport:

«On to the next factor: the ever-present claims of having “sequenced the genetic structure of the virus.” Again, SAYING the sequencing has been achieved is not the same thing as proving it.  

And proving it is impossible, if you don’t already have the virus in a purified and isolated state. Instead of proof, you have shady inference and assumption and guesswork and deception.

How can you sequence something you don’t have? You can’t.»

Por fim, aquilata o autor:

«In past articles, I’ve quoted two key documents, one from the CDC, and one from “the Drosten group.” These documents were describing how to perform the PCR test for the new virus—and in both documents, the authors state they don’t have the virus.

So…a test for what? The virus you don’t have.

All claims that these authors eventually DID obtain the virus are based on the crooked definition of “isolated” I’ve explained above.»




A respeito do teste PCR, é de referir igualmente os vários informes insertos em «FDA Admits PCR Tests Give False Results, Prepares Ground For Biden To “Crush” Casedemic» (in Zero Hedge, 5 de Janeiro, 2021). Sobre os falsos positivos decorrentes do teste PCR, parte-se do princípio de que:

«We have detailed the controversy surrounding America’s COVID “casedemic” and the misleading results of the PCR test and its amplification procedure in great detail over the past few months.

As a reminder, “cycle thresholds” (Ct) are the level at which widely used polymerase chain reaction (PCR) test can detect a sample of the COVID-19 virus. The higher the number of cycles, the lower the amount of viral load in the sample; the lower the cycles, the more prevalent the virus was in the original sample.

Numerous epidemiological experts have argued that cycle thresholds are an important metric by which patients, the public, and policymakers can make more informed decisions about how infectious and/or sick an individual with a positive COVID-19 test might be. However, as JustTheNews reports, health departments across the country are failing to collect that data.»

E noutro passo, segue-se, portanto, que:

«In October we first exposed how PCR Tests have misled officials worldwide into insanely authoritative reactions.

As PJMedia’s Stacey Lennox wrote, the “casedemic” is the elevated number of cases we see nationwide because of a flaw in the PCR test. The number of times the sample is amplified, also called the cycle threshold (Ct), is too high.»

E eis, finalmente, o que mais importa:

«A month later, Dr. Pascal Sacré, explained in great detail how all current propaganda on the COVID-19 pandemic is based on an assumption that is considered obvious, true and no longer questioned: Positive RT-PCR test means being sick with COVID.

This assumption is misleading. Very few people, including doctors, understand how a PCR test works.

In mid-November, none other than he who should not be questioned – Dr. Anthony Fauci – admitted that the PCR Test’s high Ct is misleading:

“What is now sort of evolving into a bit of a standard,” Fauci said, is that “if you get a cycle threshold of 35 or more … the chances of it being replication-confident are minuscule.”

“It’s very frustrating for the patients as well as for the physicians,” he continued, when “somebody comes in, and they repeat their PCR, and it’s like [a] 37 cycle threshold, but you almost never can culture virus from a 37 threshold cycle.”

So, I think if somebody does come in with 37, 38, even 36, you got to say, you know, it’s just dead nucleotides, period.”

So, if anyone raises this discussion as a “conspiracy”, refer them to Dr. Fauci.»

[55] «“Despite their differing approaches,” reports the Associated Press, “California and Florida have experienced almost identical outcomes in COVID-19 case rates.” The same goes for their death rates. (Both rates, of course, have been wildly inflated by a combination of false-positive test results and the classification of just about any death as COVID-related.)» (cf. Michael Tennant, «California, Florida Got Same COVID-19 Results With Opposing Policies», in The New American, March 16, 2021).

[56] No capítulo da divisão racial encontra-se, sem dúvida, o movimento terrorista internacional Black Lives Matter, o qual, após seis meses de violentos protestos e da consequente destruição de negócios e propriedade pública, foi nomeado para o Prémio Nobel da Paz. A nomeação foi anunciada por Peter Eide, um membro do Partido da Esquerda Socialista com assento no Parlamento norueguês, o que não é de todo surpreendente, uma vez que os membros e fundadores desse partido perfilham a ideologia marxista, do mesmo modo que a organização Black Lives Matter foi criada por “treinados marxistas”, nomeadamente Alicia Garza, Opal Tometi e Patrisse Cullors. O prejuízo dos tumultos, distúrbios e pilhagens continuamente perpetrados, desde a Primavera de 2020, em cerca de 140 cidades americanas por um tal movimento revolucionário ao serviço da Esquerda Progressista e Marxista instalada no Congresso dos Estados Unidos, tem sido geralmente estimado no valor de pelo menos 1 a 2 biliões de dólares com base no pagamento decorrente da reivindicação de seguros. Foram, ademais, realizadas 14.000 detenções em 49 cidades, tendo já morrido 9 pessoas na sequência da morte de George Floyd. De resto, a violenta destruição cometida pelo Black Lives Matter tem igualmente sido propagada por mais de 2.000 cidades num total de 60 países.

[57] Tais agendas, amiúde dominadas por uma ideologia de extrema-esquerda, estão sendo incorporadas no ensino público e privado com o propósito insano de levar os professores a ensinar aos alunos a denominada “identidade de género” já saldada em mais de 60 géneros, assim como o de exacerbar o conflito racial e a “orientação sexual” mediante o recurso a pseudo-noções incendiárias como “privilégio branco” e “racismo sistémico”.

[58] António Costa chegou a ser convidado para participar no Clube Bilderberg em 2008, nos Estados Unidos (cf. Frederico Duarte Carvalho, em O Governo Bilderberg. Do Estado Novo aos nossos dias, Planeta, 2016, p. 438).

[59] Rebelo de Sousa juntou-se à elite mundialista em 1998, no Reino Unido. «Eleito presidente da República em Portugal em Janeiro de 2016, chamou o presidente do Banco Central Europeu e também membro do Grupo Bilderberg, Mario Draghi, para participar no seu primeiro Conselho de Estado» (idem, ibidem, p. 433).


[60] Nos meandros da sociedade digital, a privacidade torna-se praticamente inexistente, e, por consequência, a liberdade deixa de ser um direito consagrado, quando não eventualmente transformada em algo de puramente fictício. Debalde será, então, toda a discussão sobre que dados devem ou não ser colectados e acessados numa sociedade que, progressivamente embalada no mito da realidade inevitável, deixou-se prender e cair na cilada da digitalização.  

[61] Um tal alarmismo, no que sobretudo respeita à generalizada capacidade de resposta dos vários sistemas de saúde no mundo, não chegou a produzir-se nos propalados termos em que muitos dos aventados modelos previam que acontecesse, pelo que, nessa medida, tais modelos mostraram-se extraordinariamente falhos na projecção matemática duma realidade em si totalmente diversa.

[62] É sabido que as companhias farmacêuticas como a Pfizer, Johnson & Jonhson, AstraZeneca e Moderna, não obstante receberem directa ou indirectamente biliões de dólares dos contribuintes para o desenvolvimento de vacinas contra a COVID-19, carregam em si um historial bem documentado de corrupção no que toca principalmente ao suborno de médicos, governos e entidades reguladoras, tendo mesmo sido surpreendidas a falsificar dados quanto à eficácia e segurança dos seus produtos, alguns deles indiscutivelmente perigosos ou letais para a saúde pública, e outros nem sequer aprovados pelo sistema regulador, nomeadamente os destinados a crianças. A Pfizer, por exemplo, fez uma ampla gama de pagamentos a governos da Bulgária, Croácia, Cazaquistão e Rússia para, desse modo, conseguir influenciá-los a aprovar e registar os seus produtos, abrangendo nesse processo administradores hospitalares, membros de entidades reguladoras e numerosos profissionais de saúde. Não é, aliás, por acaso que a Pfizer e outras companhias farmacêuticas tenham também conseguido a venda do remédio Zantac, entretanto investigado por organismos de saúde e segurança da Europa e dos Estados Unidos, dado possivelmente conter níveis de agente cancerígeno, ao passo que a Johnson & Johnson haja, por seu turno, retido informação relativa à existência de vestígios de amianto no pó talco, que é, como se sabe, uma substância cancerígena. Ora, estes elementos deviam por si só fazer pensar nas óbvias implicações para a saúde pública que as companhias farmacêuticas supracitadas têm, de facto, no processo de desenvolvimento, aprovação, produção e distribuição de vacinas Covid-19 (cf. James Murphy, «More Countries Suspend AstraZeneca COVID Vaccine Over Blood-clotting Fears», in The New American, March 16, 2021).

[63] Alex Newman, «Marxist UN WHO Boss Must Be Put on Trial, Critics Say», in The New American, 02 April 2020; William F. Jasper, «Globalists, Communists Push Coronavirus as Gateway to “Global Health Governance”», in The New American, March 20, 2020).

[64] A implementação de lockdowns tem-se traduzido economicamente no desastre total para pequenos e médios negócios, principalmente nos sectores da restauração e do turismo. Por contrapartida, o mundo dos bilionários tem ido de vento em popa, pois, só em 2020, estes chegaram a ver, em tempo de “pandemia”, a sua riqueza crescer em triliões de dólares, sendo, como tal, o caso de Jeff Bezos, o empresário estadunidense que alcançou, nesse período emergente, 200 biliões de dólares, ou os de Mark Zuckerberg, um dos fundadores do Facebook, e de Bill Gates, o co-fundador da Microsoft, magnata e “filantropo” apostado no negócio bilionário das vacinas, que assim viram aumentar exponencialmente as suas fortunas em cerca de 40%. Para mais, a Amazon, uma empresa multinacional de tecnologia norte-americana sedeada em Seattle, Washington, acumulou em idêntico período cerca de 89 biliões de dólares.

O esquema de vacinação global tem sido, na verdade, particularmente financiado por Bill Gates, tendo o mesmo anunciado, em vários programas televisivos nos Estados Unidos, que o mundo não voltaria ao normal sem que a toma de uma vacina fosse globalmente exequível contra o novo coronavírus. Convém, além disso, relembrar que as vacinas até aqui financiadas pelo bilionário estadunidense estiveram na origem de frequentes casos de mulheres esterilizadas em África, bem como de centenas de milhares de crianças paralisadas na Índia. De resto, já aí estão as “vacinas” mRNA financiadas por Bill Gates, nunca antes massivamente usadas e doravante susceptíveis de reprogramar o nosso sistema imunitário, até porque, segundo o célebre “filantropo”, o futuro imediato vai no sentido da alteração do ADN usando certas tecnologias especialmente ligadas à edição genómica, ou à edição de RNA através do sistema CRISPR (Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats). É, em síntese, a nova engenharia genética promovida em nome da ciência pelas mais preponderantes agências e organizações da “governança global”.

[65] A esmagadora maioria dos decisores políticos agem, em matéria de confinamento, alegando simplesmente não existirem medidas alternativas, mesmo quando os seus efeitos desastrosos se tornam indubitavelmente óbvios. Justificam, portanto, a sua acção tirânica alegando que entre a saúde e a economia optam sempre pela primeira relativamente à segunda, a despeito de preconizarem fingida preocupação com o deslaçar da coesão social e o concomitante colapso das actividades económicas. A verdade, no entanto, está em que a prosperidade económica é, antes de mais, a base sobre a qual assenta a salvaguarda da vida humana em geral, e da saúde em particular. E daí que sejam as regiões e as camadas da população mais pobres e carenciadas as que mais severamente sofrem perante os sucessivos confinamentos que necessariamente afectam a sua saúde de maneira indelével.

Por outro lado, os decisores políticos descobriram nos dados estatísticos sobre a saúde uma oportunidade única e até mais vantajosa do que os habituais indicadores económicos para fazer valer a sua ânsia ilimitada de poder. E assim se explica que, na base de um novo vírus tomado como indicador oficial nos termos de uma infecciosidade fatal para a população em geral, aqueles decisores hajam conseguido transformar quase toda a nossa vida social num autêntico inferno, mergulhando milhões de pessoas na mais funda angústia e desespero económico, enquanto simultaneamente vão alimentando o complexo deveras lucrativo da indústria farmacêutica através da venda massiva de máscaras, testes e vacinas, resultando daí uma riqueza astronómica também porventura canalizada para a burocracia transnacional nominalmente encarregue da política de saúde mundial (cf. Luis Miguel, «How to Fight Coronavirus (Without Causing a Global Depression)», in The New American, March 24, 2020; Brandon P. Reines, «Viruses 101: How Overprotecting People from COVID 19 Could Make it More Lethal», in The New American, April 14, 2020; Michael Tennant, «Lockdowns Cost More Lives Than They Save», in The New American, March 28, 2021).



[66] Entende-se por «servidão administrativa» o uso da propriedade alheia por parte do poder público, se bem que juntamente disposto com o particular para assim supostamente atender a um interesse público certo e determinado.

[67] Um tal cenário pode e deve ser convenientemente integrado dentro de um movimento de política internacional no que toca à abolição dos direitos de propriedade, tal como tem sido particularmente proposta por membros do Fórum Económico Mundial. A poderosa organização globalista tem, de resto, previsto o arrendamento como meio de tornar a propriedade obsoleta, fazendo com que, num futuro próximo, quiçá 2030, a grande plebe mega-urbana nada possua mas, não obstante, se sinta feliz com isso. Tudo será, ademais, fornecido por intermédio do uso de drones, com excepção da carne cujo consumo será alegadamente banido por prejudicial à sustentabilidade do planeta, e por isso substituída por uma estranha alimentação baseada em insectos, sementes e algas marinhas em vez da gastronomia tradicional (cf. «Eat The Bugs: World Economic Forum Claims Bugs Are Our Future In Another Great Reset PSA», in INFOWARS, March 22nd 2021); Aryn Baker, «They're Healthy. They're Sustainable. So Why Don't Humans Eat More Bugs?», in Time, February 26, 2021); Paul Joseph Watson, «World Economic Forum Encourages Plebs to Eat Weeds & Drink Sewage», in INFOWARS, December 2nd 2020).

Por sua vez, a ONU e suas agências especializadas têm, nos últimos decénios, vindo a empreender um ataque sistemático aos direitos de propriedade, principalmente no que respeita ao uso privado da terra, alegando, por contrapartida, a indispensável necessidade de implementar esquemas de controlo público da terra como instrumento de combate imprescindível à acumulação e concentração de riqueza, evitando assim a injustiça social. Posto isto, o controlo e a centralização da propriedade pública e privada passarão para as mãos da elite internacional, ficando a demais humanidade destituída de todos os seus recursos e haveres, na medida em que o uso particular da terra não mais será considerado um bem patrimonial legítimo mantido e assegurado no seio familiar. Tudo, ao invés, será assegurado pelo poder da elite tecnocrática mediante o uso compulsivo dos transportes públicos, dos espaços arrendados, da alimentação sintética e de todas as coisas tidas como indispensáveis à vida colectivamente centralizada, monitorizada e automatizada. Abreviando, ninguém doravante terá o uso particular de um automóvel, de uma casa, de um dispositivo ou aparelho doméstico, ou sequer mesmo de vestuário, porque, na verdade, tudo foi açambarcado em nome de um bem comum a todos os títulos inexistente.

[68] O Sars-Cov-2 tem constituído, sem dúvida, o pretexto ideal para pôr finalmente cobro às soberanias nacionais, alegando-se, para o efeito, que “o vírus não conhece fronteiras”. Isso equivale, portanto, a dizer que toda a entidade nacional, zelosa da sua independência política, económica e cultural, representa um perigo iminente para todos os seus vizinhos na medida em que se não dispõe a adoptar e a obedecer às “recomendações” supostamente científicas provenientes dos centros de decisão internacionais. E pouco ou nada importa a tais centros jamais democraticamente eleitos que, no caso particular da Suécia, a adopção de medidas sanitárias contrárias às do esquema euro-mundialista tenham, por seu turno, sido determinadas por um governo democraticamente eleito, e, como tal, inteiramente legítimo perante o eleitorado nórdico. Logo, o que importa é que tanto o governo como os seus eleitores obedeçam incondicionalmente aos diktats vindos de uma burocracia global coerciva e distante.

[69] Tendo recusado o confinamento dos seus cidadãos, as autoridades sanitárias da Suécia justificaram essa recusa afirmando que todos aqueles que tinham tido a infelicidade de serem atingidos pela solidão e pela miséria haviam já sofrido o bastante. Contudo, em meados de Fevereiro de 2021, aquelas autoridades já admitiam a possibilidade de pela primeira vez implementarem um bloqueio completo em função do novo aumento de casos COVID-19, fechando ginásios, restaurantes e centros comerciais, ou simplesmente impondo duras restrições em museus, parques temáticos e jardins zoológicos. Resumindo: um novo sistema de intervenção governamental apto a controlar encontros sociais e eventos públicos.

[70] A repercussão dos lockdowns tem, antes pelo contrário, causado incomparavelmente maiores danos do que os alegados benefícios repetidamente disseminados pela propaganda oficial dos media e das autoridades governamentais comprometidas na histeria e no alarmismo globalmente induzidos. Na realidade, sugeriu-se inicialmente que a taxa de infecção andaria na fasquia dos 2 a 3% e que cerca de 80% da população seria infectada, uma falsidade que, adornada em modelos matemáticos, serviu para justificar uma sucessão reiterada de lockdowns. Porém, o que os novos dados iam progressivamente mostrando era que a taxa de letalidade média da COVID-19 era de 0.23% e de 0.05% para pessoas com mais de 70 anos, em especial nas que padeciam de várias comorbidades. Já os “efeitos colaterais” dos lockdowns, arbitrariamente impostos por irresponsáveis políticos e alegados peritos de saúde pública, vão decerto provocar dez vezes mais mortes e milhões de pessoas basicamente afectadas em termos de insegurança alimentar, pobreza extrema, mortalidade infantil por falta de assistência médica, mortes decorrentes de doenças infecciosas como a tuberculose, a malária e o HIV, crianças subalimentadas devido ao fecho generalizado das escolas, assim como em termos de desemprego, solidão, deterioração da saúde mental, droga, alcoolismo, suicídio e assim por diante.




[71] A criação de um orçamento europeu permanente e a possibilidade da União Europeia emitir dívida sem qualquer tipo de regulamentação fiscal tem desde sempre constituído a quimera advogada por políticos socialistas na construção de um superestado europeu. E o facto de tais agentes do socialismo internacional haverem desde há muito aproveitado todas as crises locais, regionais e mundiais para alcançarem maior poder através de um Estado Central Europeu, explica largamente por que a actual crise suscitada pela novo coronavírus lhes aparece agora como o pretexto ideal para fazer desse superestado o motor dirigente de toda a economia segundo medidas keynesianas particularmente centradas na emissão ilimitada de novas verbas pelo Banco Central Europeu (BCE). Contudo, uma tal emissão de verbas não tornará certamente a “sociedade” mais próspera e materialmente desenvolvida, nem muito menos tirará milhões de pessoas da pobreza como se tem geralmente propagado aos quatro ventos, uma vez sabido que a suposta redistribuição da riqueza será antes canalizada para o Estado e para o variegado conjunto de interesses, partidos e empresas a ele estreitamente ligados em detrimento da chamada sociedade civil. Por outras palavras, a emissão de verbas sem garantia prévia prontas a ser disseminadas pelos vários bancos centrais não permite de todo aumentar a riqueza e a capacidade produtiva da economia, mas tão-só proporcionar a dilapidação geral dos recursos disponíveis e os gastos faraónicos decorrentes de uma política intervencionista de gestão macroeconómica do Estado. Logo, essa é, ao invés, a razão pela qual o sucesso económico reside na livre-iniciativa dos particulares, bem como assim na dos empreendedores privados em que a produção de riqueza não esteja fortemente condicionada ou mesmo até impedida pela inflação acelerada e pelo aumento contínuo dos impostos tendentes a arruinar a real prosperidade dos povos, como já a seu modo, ainda que estranhamente firmado na hipótese de uma república mundial, sintetizara von Mises da seguinte forma: «Com o padrão-ouro, o poder aquisitivo do dinheiro fica independente das variáveis pretensões e doutrinas dos partidos políticos e dos grupos de pressão (...). O sistema do padrão-ouro subtrai à política a determinação, mediante alterações de índole monetária, do poder aquisitivo do dinheiro. A comum aceitação do sistema implica o prévio reconhecimento daquela verdade segundo a qual não é possível, com a mera impressão de notas de banco, enriquecer toda a comunidade. O ódio ao padrão-ouro provém da crendice de que o Estado omnipotente pode criar riqueza com o simples gesto de lançar no mercado uns tantos pedaços de papel» (in Orlando Vitorino, Exaltação da Filosofia da Derrotada, pp. 131 e 141).

[72] Jaime Nogueira Pinto, Contágios – 2500 Anos de Pestes, Publicações D. Quixote, 2020, pp. 329-331.

[73] Entretanto, a China comunista já lançou, em Março de 2021, um “certificado de saúde digital” para os cerca de 1.3 biliões de chineses que estarão assim obrigados a registar os dados referentes à vacinação e ao testes COVID-19. Seguem-se a Suécia e a Dinamarca, que se aprestam a um procedimento semelhante, para não falar no “passaporte verde” entretanto proposto e largamente “discutido” no seio da União Europeia.

[74] É caso para dizer que o próprio Bill Gates não se tem limitado a financiar e a disponibilizar um sem-número de vacinas mas a exigir que todo o mundo as tome efectivamente de modo a receber um “certificado digital” provando a respectiva inoculação. Este esquema não é certamente uma novidade, posto que o magnata norte-americano e outros bilionários globalistas, incluindo os Rockefellers através das suas múltiplas fundações, têm vindo há anos a preconizar uma identidade digital (ID2010) para toda a gente desde o nascimento ao túmulo, contendo todo o tipo de informações, sobretudo ao nível do estado de saúde de cada indivíduo em particular, incluindo o registo de vacinação, de maneira a proporcionar aos governos o permanente controlo da população mundial. Isto tem sido, aliás, o maior empreendimento a nível global levado a cabo por Bill Gates de modo a conseguir identificar, vacinar e monitorizar qualquer pessoa que seja em qualquer local, região ou continente do mundo, como já inclusivamente faria prever a sua experiência-piloto ensaiada em 1.2 biliões de indianos mediante esquemas de identificação biométrica.

Em 2016, já Bill Gates estava efectivamente financiando investigação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para desenvolver uma nova forma de registo do histórico de vacinação, especialmente baseada no armazenamento de dados num padrão colorido invisível a olho nu, depositado debaixo da pele no momento da vacinação. Esta tecnologia, segundo o MIT, é constituída por nanocristais sob a forma de pontos quânticos capazes de emitirem uma espécie de luz infravermelha susceptível de ser lida ou detectada por um telemóvel equipado para o devido efeito. Porém, mais recentemente a Microsoft divulgou uma patente respeitante a um sistema de moeda criptografada mediante o uso de dados provenientes da actividade corporal, actualmente registada na Organização Mundial da Propriedade Intelectual, que é, além disso, umas das 16 agências especializadas das Nações Unidas. Ora, isso significa que uma tal tecnologia se destina fundamentalmente a impor uma moeda digital que determinará de uma vez por todas o fim da privacidade e, por extensão, da liberdade individual doravante esmagada por um sistema colectivista de controlo e identificação digital de toda a humanidade. O número da patente em causa é WO-2020-060606-A1, o que, como se compreende, tem suscitado uma onda de especulação no espaço cibernético sobre o possível significado dos números 2020 e 060606 (666).

Enfim, a pretexto da luta contra o coronavírus, assiste-se, um pouco por todo o mundo, a constringentes esquemas de “contact tracing” que estão sendo, por sinal, igualmente financiados por Bill Gates e George Soros no claro objectivo de se criarem brigadas de rastreadores e de, no mesmo passo, se proceder ao uso de telemóveis como sistemas de rastreamento que, de acordo com os mais diversos funcionários governamentais e até alguns operacionais da Organização Mundial de Saúde, poderão ser estritamente aplicados para separar famílias inteiras se porventura houver a mínima suspeita de que um só membro possa estar infectado de COVID-19 (cf. Children's Health Defense Team, «Medical Elite Rush to Create "New Era" of High-Risk, Genetically Engineered Vaccines», in INFOWARS, May 8, 2020; Robert F. Kennedy & Dafna Tachover, «Powerful State, Corporate Entities Using Crisis to Remove Basic Rights, Promote Vaccines & More Surveillance», in NEWSWARS, May 11, 2020).

[75] Cf. «Bruxelas quer certificado bilingue e com código QR para provar vacina ou recobro» in Lusa, 17/03/2021; Tyler Durden, «Brussels Prepares To Introduce “Vaccine Passports” To Save European Tourism Industry», in Zero Hedge, March 17, 2021; «It Has Begun: First COVID-19 ‘Pass’ Introduced in New York», in INFOWARS, March 27th 2021; Tyler Durden, «Here Come The Global Vaccine Passports», in Zero Hedge, March 28, 2021; Paul Joseph Watson, «L.A. Times Journalist Says Passports Are Good to "Break the Resistance Down», INFOWARS, March 30, 2021; Jamie White, «Biden COVID Team Considers Using ChiCom-Based Tracking App That Allows Businesses To Deny Unvaccinated Americans», in INFOWARS, March 30, 2021; Paul Joseph Watson, «Data Firm Head: China Has Asked WHO to Let it Run Global Vaccine Passport System», in INFOWARS, April 1, 2021.

[76] A criação de uma rede digital planetária contendo dados respeitantes à saúde de cada indivíduo significa que, consoante o expediente enganoso da retórica globalista, se põe a necessidade de reconhecer que a certificação em formato papel quanto à validação de testes laboratoriais, bem como ao registo de vacinação, não é o meio mais adequado para se apurar sobre a autenticidade da informação avançada, ou sequer mesmo a melhor forma de evitar uma nomenclatura demasiadamente técnica, além de não obstar à facilidade com que a certificação em formato papel pode ser geralmente forjada. E embora já existam diversas plataformas digitais que os vários governos disponibilizam para que quem viaja possa fornecer dados de saúde antes da sua partida, não se justifica de todo que, num mundo globalmente interligado em termos económicos e comerciais, cada país implemente os seus próprios métodos de verificação sobre a saúde dos viajantes vindos dos mais diferentes países ou regiões do globo. Assim, de modo a ultrapassar uma tal situação de desnecessária complicação burocrática para governos, indivíduos e indústrias, impõe-se desde logo o estabelecimento de uma rede de grupos de interesses públicos e privados que garanta um registo global fidedigno de todos os testes laboratoriais e registos de vacinação realizados, para isso disponibilizando os sistemas-padrão que tornem aqueles digitalmente acessíveis. Depois, a mesma rede ou plataforma de grupos de interesses públicos e privados terá ainda de garantir um registo global dos diversos governos para que assim publiquem, em formato comum, os respectivos critérios de controlo e rastreio dos dados de saúde de maneira a propiciar aos viajantes e à indústria de turismo o conhecimento dos requisitos de destino indispensáveis à sua possível e efectiva realização. Entretanto, este registo global será igualmente preenchido por organizações de saúde, laboratórios e centros de vacinação a fim de poderem providenciar aos utilizadores o acesso digital aos dados disponíveis mediante padrões globalmente interoperáveis e credencialmente verificáveis. Em suma: governos, companhias aéreas, navios, transportes públicos, hotéis, escolas, eventos e espaços públicos devem doravante dar a conhecer, em nome do bem comum, quais os requisitos necessários em formato digital para que o cidadão do novo mundo, solicitando os respectivos bens e serviços, possa demonstrar que está em condições de cumprir as “recomendações” de saúde pública global (cf. Dennis Behreandt, «Forced Vaccines and Digital Ids», in The New American, May 18, 2020; Paul Joseph Watson, «UK Now Considering Digital Face Scanning to Enter Pubs», in INFOWARS, March 29 2021; «Only those with Covid vaccine passport will be able to return to their ‘daily lives’, South Korean PM says», in RT, 1 April, 2021).

Ver aqui 



[77] «Israeli lawmakers have passed legislation that could see the government make it mandatory for all citizens entering the country to wear a tracking device.

The law says that Israelis returning to the country who have not had a vaccine can isolate at home so long as they accept a ‘freedom bracelet’, a GPS device that will track their every movement to ensure they do not break quarantine rules.

Anyone who hasn’t had a shot, or already had coronavirus and subsequently twice tested negative, and does not accept the tracking bracelet will be forced to undergo quarantine in a military manned facility.

(…) The device, which looks like a smart watch is being produced by a company called SuperCom, which has previously worked with governments of several countries on systems to track and monitor prisoners.

(…) The development comes after a court ruling demanding that the country’s domestic spy agency the Shin Bet must back off Covid-19 contact-tracing surveillance» (cf. Steve Watson, «Israel Passes Law To Mandate ‘Freedom’ Tracking Bracelets», in INFOWARS, March 18th 2021).

Segue ainda a propósito o seguinte: «The Nuremberg Code was “written after Nazi doctors were put on trial for performing their medical experiments on concentration camp prisoners, stipulates that it is deeply unethical to force or coerce a person to take part in medical experiments,” according to a Jewish anthropologist. Those behind the lawsuit believe this is especially relevant after Pfizer CEO Albert Bourla called Israel the “world’s lab” due to its ready acceptance of the company’s COVID-19 vaccine.

This comes after an Israeli group decried the country’s green passport system, which allows only those who have taken the COVID-19 vaccine or developed immunity from the virus to engage in commerce and leave their homes, as “demonic” and a “second Holocaust.” National File reported:

“What happened that we have strayed so far into a delirious state of total insanity? Where people are actually cheering on this demonic, wicked agenda? My grandfather was the only survivor out of his whole family of the Holocaust, and this is exactly how it started: With discrimination, with essential and nonessential businesses, with people saying that Jews were second class citizens,” said Rosinger.

“Now, it’s not about Jews, it’s not about Arab, it’s not about that. It’s about who will take the vaccination.” He added, “If you don’t do it, you’re wicked, you’re evil, you’re a second class citizen.”

Rosinger then explained the level of what he believes to be manipulation and coercion that are being employed in Israel to convince citizens to take the vaccine and become part of the green passport system.

“High level government officials are saying you should send the police to people’s houses that aren’t being vaccinated. Release the names of people that aren’t being vaccinated,” said Rosinger. “Go to their houses? Release their names? What kind of manipulation, what kind of bullying, what kind of wicket, tyrannical agenda is this?”

While the ICC was created to pursue charges against those who engaged in the Nazi genocide of Jewish people, some argue that “The International Criminal Court (ICC) was established as a court of last resort to try the perpetrators of some of the world’s worst crimes. It has been widely recognized that the ICC has no jurisdiction over Israel” and that “Any other conclusion is the outcome of a politicized process which upholds a wrong interpretation of international law.”» (cf. Tom Pappert, «Israeli Jews Petition International Criminal Court, Say Israel’s Mandatory COVID Vaccines Violate Nuremberg Code», in National File, March 20, 2021).

[78] «With the Covid-19 pandemic normalizing working from home, bosses have insisted on maintaining their own close supervision of their workforce. For many, that now means an inescapable remote surveillance system.

Teleperformance, a France-based outsourcing service giant with a workforce of 380,000 sprinkled across some 34 countries, is deploying “specialist” webcams to more closely monitor its home-working employees. An AI-powered digital watcher will check up on workers, ensuring they aren’t checking their phones, surfing the web, leaving their desks, or otherwise slacking off, according to the Guardian, which the company counts among its clients.

The cameras are hooked into an AI system that supposedly scans at random intervals to find “breaches of work rules during a shift.” If such a breach is found, the camera snaps a photo and forwards it to a manager, who is given 20 days of storage time to act on the damning photo, according to documents sent to Guardian staff involved with the program» (cf. «Bedside Big Brother? Homeworking employees to get mandatory webcams that allow AI to catch slackers», in RT, 27 March, 2021).

[79] Só no ano de 2020, mais de 8.500 migrantes foram detidos, não sem a cooperação grega, pela polícia alemã nos aeroportos de Atenas e Salonica na posse de passaportes falsos e bilhetes de identidade da União Europeia, com a qual pretendiam alcançar vários destinos europeus. Entre os 8.500 ilegais mais de 5.000 pretendiam chegar à Alemanha. E outros 2.300 foram interceptados pelas autoridades quando procuravam voar para outros países europeus, como a Bélgica, a França e a Áustria. No mais: 

«Thousands of migrants are arriving at German airports carrying travel documents issued by the Greek government, according to reports.

Officials with the Alternative für Deutschland party (AfD) say around 1,000 migrants are landing in Germany every month after first passing through Greece, while German citizens find it increasingly prohibitive to travel internationally.

Many of the migrants settle in Germany, despite having already been granted refugee status in Greece.

(...) In addition to migrants making their way voluntarily to Germany, many more are being imported from Greece, particularly from the Aegean island of Lesvos, where illegal aliens intentionally burned down one of the largest and most notorious asylum camps in all of Europe.

Thousands of migrants have since been brought to Germany from Lesvos, including nearly 2,400 so far this year» (Dan Lyman, «Greece Issuing Travel Documents to Thousands of Migrants Flying to Germany», in INFOWARS EUROPE, March 24, 2021; «Greek Authorities Identify Four German NGOs in Migrant Trafficking Investigation», in INFOWARS EUROPE, April 6, 2021).



[80] As autoridades e agências de informação gregas, nomeadamente a ELAS (Polícia Helénica) e a EYP (Agência Nacional de Informação), têm entretanto descoberto, por via dos seus informadores infiltrados nas redes de tráfico de migrantes operadas por Organizações Não-Governamentais (NGOs), como centenas de “refugiados” têm sido escondidos em grutas costeiras e nas florestas das Ilhas Egeias de modo a não serem localizados pelas autoridades portuárias gregas e assim facilitar a sua entrada ilegal no país.

[81] Dezenas de milhões de dólares estão, pois, indubitavelmente implicados neste grande negócio de tráfico humano, tendo o governo alemão já admitido estar distribuindo 50 biliões de euros por ano para múltiplas NGOs sedeadas em Berlim.

[82] As instalações reusadas encontram-se sobretudo localizadas nos estados federais da Saxónia, Baden-Württemberg, Brandenburg e Schleswig-Holstein. Entretanto, os novos centros de detenção trouxeram naturalmente à memória os campos de concentração nazis, bem como ainda as prisões políticas na Alemanha de Leste. Houve até, de facto, quem propusesse o uso discriminador da Estrela de David para todos aqueles que se recusassem a tomar a vacina, como o geneticista alemão Wolfram Henn. E quem, para mais, recusasse a inoculação seria igualmente obrigado a apresentar documentação comprovativa dessa recusa para que lhe fosse negado o acesso aos cuidados intensivos e aos ventiladores caso contraísse o vírus. De resto, é de notar que a China comunista havia entretanto construído, ou em vias de estar concluído, um gigantesco complexo de instalações destinado à detenção e isolamento de qualquer pessoa suspeita de contaminação pelo novo coronavírus, mais particularmente nos arredores da cidade de Shijiazhuang. No fundo, do que se trata é, sem dúvida, de um campo de detenção massiva construído por um superestado comunista, prefigurador de uma tirania tecnocientífica à escala global, tal como, aliás, já fora dalguma forma antecipada por Aldous Huwley nos termos distópicos que se seguem: «A doença é ainda mais eficiente do que a fadiga, no que diz respeito à intensificação da sugestibilidade. No passado, os quartos de doentes eram teatro de incontáveis cenas de conversão religiosa. O ditador do futuro, cientificamente treinado, terá todos os hospitais dos seus domínios prontos a receberem o som e equipados com almofadas alto-falantes. Persuasão em conserva estará no ar vinte e quatro horas por dia, e os pacientes mais importantes serão visitados por salvadores da alma política e por transformadores do espírito, precisamente como no passado os seus pais eram visitados por padres, freiras e laicos piedosos» (Regresso ao Admirável Mundo Novo, p. 134).

[83] Cf. Steve Watson, «CBS Reports There Are Now 13,000 ‘Kids In Cages’ At The Border», in INFOWARS, March 17th 2021.

[84] A política de captura e devolução (“catch and release”) da Administração Biden tem sido, segundo A. J. Louderback, o xerife de Jackson County, Texas, inteiramente responsável pela entrada de” milhares” de estrangeiros ilegais nos Estados Unidos porventura infectados pela Covid-19. E de acordo com Brandon Judd, do National Border Patrol Council, a questão foi oportunamente posta nos seguintes termos: “So we’re releasing people without knowing [if they’re infected], which obviously puts the public at risk.” Depois acrescentou ainda: “When we release people that break our laws without bothering to test them for the virus – the same virus we’ve used as a pretext for wrecking your life – what we’re saying in the clearest possible terms [is]: ‘We don’t like you.’”. Em suma:  “This isn’t a policy. It’s an act of aggression. It’s designed to humiliate you and demoralize you. Reckless, nondestructive immigration policy is the penalty or paying for your white supremacy.”

De resto, o xerife Louderback, na edição do Tucker Carlson Tonight, não se ficou pelos ajustes, indo, pois, directo ao assunto: “[A] memo that I received this week, it’s essentially a ‘defunding ICE by memo’ … a memorandum that was sent out by [then-acting Homeland Security Secretary] David Pekoske on Jan. 20 or 21. So this is a particularly devastating document for Texans and Americans here in the United States”. Ou seja: “The message really has been sent, when I read it first and looked at it, it’s a message to the world: You can come here illegally. You could commit crimes here against Americans and remain here illegally.”

Além do mais, há ainda o testemunho do xerife de Frederick County, Maryland, Chuck Jenkins, ao ter denunciado, em Fox & Friends, o facto de a Administração Biden estar efectivamente a abrir às escâncaras as fronteiras dos Estados Unidos: “Americans should be outraged.” “What he’s done [Biden] is effectively and functionally dismantled ICE, basically telling agents to stand down. There will be no enforcement.” “These types of laws lead to more victims of crime, more violent crime, gangs infiltrating this country… Americans won’t be safer.” 

[85] Que o mesmo é dizer abrir as fronteiras para as caravanas de imigrantes ilegais de Cuba e da América Central. Entretanto, o serviço de Alfândega e Protecção de Fronteiras dos EUA tem vindo a proceder, já em plena Administração Biden, à detenção diária de 3.000 a 3.500 estrangeiros ilegais na tentativa de atravessar a fronteira do sul dos Estados Unidos, a que ainda acrescem cerca de 300 menores desacompanhados. “That’s like multiple large caravans every single day,” disse Mark Morgan, ex-chefe do serviço supracitado.

[86] Outra proposta da Administração Biden-Harris foi no sentido de garantir o programa executado em 2012 por Barack Obama (Acção Diferida para a Chegada de Crianças ou DACA), que impede que imigrantes ilegais menores de idade que entraram pela primeira vez nos Estados Unidos sejam deportados. Já Donald J. Trump tentara pôr cobro a um tal programa, mas a Suprema Corte interveio e impediu que tal fosse possível. Quanto à construção do muro na fronteira com o México, a referida Administração prefere o uso de alta tecnologia para supostamente garantir a segurança da mesma, sem contudo desmantelar a estrutura de mais de 200 quilómetros que Trump construiu durante os quatro anos em que assumiu o cargo de presidente dos Estados Unidos.

[87] Há um artigo da revista Time que foi ao ponto de alardear que republicanos e democratas do establishment estadunidense juntaram forças atrás dos bastidores para garantir a não-reeleição do Presidente Trump. Intitulado “The Secret History of the Shadow Campaign That Saved the 2020 Election” (February 4, 2021), o artigo em questão, da autoria da propagandista Molly Ball, admite, pois, a manipulação eleitoral levada a cabo por uma cabala clandestina na defesa da democracia contra a retórica populista de Donald Trump. Alguns dos grupos envolvidos nessa cabala são, por exemplo, organizações de projecção internacional, tais como: Planned Parenthood, Greenpeace, a Iniciativa Chan Zuckerberg e o grupo progressista MoveOn, de George Soros. De resto, estiveram igualmente implicados o Congresso dos Estados Unidos, Silicon Valley, republicanos anti-Trump e os líderes revolucionários dos violentos protestos anti-raciais ocorridos na sequência da morte de George Floyd.

Já Dick Gephard, um membro do Partido Democrata, admitiu colocar 20 milhões de dólares à disposição de republicanos e democratas posicionados no governo e no sector privado para embarcarem no maior esquema de fraude eleitoral para afastar de vez Donald Trump da Casa Branca. Assim, nas suas palavras: “We wanted to get a really bipartisan group of former elected officials, Cabinet secretaries, military leaders and so on, aimed mainly at messaging to the public but also speaking to local officials – the secretaries of state, attorneys general, governors who would be in the eye of the storm – to let them know we wanted to help”. E num segmento titulado “People Power”, a investigação propagandística da Time dera também a conhecer como o movimento Black Lives Matter fora instrumentalmente usado para preparar a operação de agitação de massas no caso de Donald Trump ganhar a reeleição norte-americana: “More than 150 liberal groups, from the Women’s March to the Sierra Club to Color of Change, from Democrats.com to the Democratic Socialists of America, joined the ‘Protect the Results’ coalition”. “The group’s now defunct website had a map listing 400 planned postelection demonstrations, to be activated via text message as soon as Nov. 4. To stop the coup they feared, the left was ready to flood the streets.” E daí se segue por que razão os violentos motins esquerdistas perpetrados durante o Verão de 2020 assustaram de tal maneira as multinacionais que estas se vieram impelidas a cooperar no roubo eleitoral dos radicais democratas, como, aliás, deixa bem patente o artigo supramencionado: “The summer’s racial-justice protests had sent a signal to business owners too: the potential for economy-disrupting civil disorder”. (Sobre a fraude eleitoral nos Estados Unidos em 2020, ver ainda o documentário de Mike Lindell, “Absolute Proof” ).


[88] Os apparatchiks do CFR são a oligarquia dominante constituída pela equipa de assessores que, ao fim ao cabo, configura o rosto público do que é comummente designado por governo sombra (Deep State). Além disso, o CFR tem desempenhado, desde a Segunda Guerra Mundial, um peso dominador no âmbito do poder executivo do governo federal, quer seja numa administração democrata, quer seja numa administração republicana. Dos 82 nomes que primeiramente integraram o gabinete de Kennedy, 63 pertenciam ao CFR; George Bush pai chegou a ter 387 membros do CFR e da Comissão Trilateral na sua Administração. E na de Ronald Reagan chegaram a ser 313 os membros do CFR. Já na presidência de Donald Trump houve uma certa quebra quanto à nomeação de membros do CFR para as principais fileiras do poder executivo, na medida em que Trump aprendeu, por meio de uma experiência atribulada, que as relativamente poucas personagens ligadas ao CFR revelaram-se pródigas em atacá-lo pelas costas, de que são manifesto exemplo figuras como Anthony Scaramucci, H.R. McMaster e John R. Bolton. Consequentemente, não fora somente o facto de Trump ter revertido em muitos e variados aspectos a agenda globalista do CFR nas últimas décadas, mas também o de haver expurgado das suas posições de poder no governo federal membros do CFR, o que verdadeiramente despoletou uma cruzada contínua para derrubar Trump e, com ele, a América. E, de facto, assim foi com a eleição fraudulenta de “Sleepy Joe” ratificada pela propaganda não menos fraudulenta dos media Fake News, a fim de se poder retomar o rumo interrompido da Nova Ordem Mundial, agora reformulada sob a designação “The Great Reset”.

[89] Quando hoje, um pouco por todo o mundo, as hordas esquerdistas recorrem sistematicamente a palavras de ordem racista do tipo “erradicar a brancura”, referindo-se à erradicação do homem branco, não estão a propugnar por algo meramente metafórico, pois com isso visam a implementação de modelos de discriminação racial em nome da luta contra a “injustiça histórica” e a alegada necessidade de “justas reparações” que passem por beneficiar determinados “grupos” raciais em detrimento de outros doravante excluídos do novo modelo de sociedade progressista. As pessoas, porém, não são grupos nem muito menos são geralmente responsáveis pelo transcurso histórico em sua versão real ou imaginária: são indivíduos e, como tal, vivem no presente a caminho do futuro.

São hoje infelizmente numerosos os exemplos que temos à disposição do observador atento e circunspecto, nomeadamente aquele que, no âmbito da corrente “plandemia”, se relaciona com as medidas de “alívio” assentes nos 32 milhares de hectares de terras agrícolas que nos Estados Unidos se projectam dar nos próximos 10 anos a agricultores negros enquanto os agricultores brancos permanecem inteiramente excluídos de uma tal “benesse” racialmente discriminadora (cf. Selwyn Duke, «Biden’s COVID Relief Is the “No White Men Need Apply” Bill», in The New American, February 26, 2021). Outro exemplo, também por sinal vindo do outro lado do Atlântico, reporta-se às fábricas de propaganda em que se tornaram as escolas americanas cada vez mais apostadas em encher a cabeças das crianças e dos jovens com mentiras e falsidades sobre a chamada “teoria crítica da raça”, quando não mesmo através do incentivo à depravação moral e sexual pelo recurso à confusa “igualdade de género”. Numa palavra, os estudantes passam doravante a ser catalogados segundo um ponto de vista exclusivamente determinado pela raça e pelo comportamento sexual para que os professores possam assim mitigar e corrigir condutas preconceituosas como o racismo, o sexismo, a homofobia, o eurocentrismo ou o privilégio não-merecido, isto é, “o privilégio de ser branco”. Além disso, devem os alunos sobretudo aprender, com base na cartilha cultural neomarxista, que a América é inerentemente racista (cf. Selwyn Duke, «Are Kids Better Off Feral Than Going to Schools That Teach Depravity, Anti-Americanism & Racism?», in The New American, February 26, 2021).

[90] Segundo Kalergi, o ideal era que pudesse subsistir uma diversidade de personalidades enquanto substitutiva da diversidade dos povos: “The (European) man of the future will be of mixed race. Today’s races and classes will disappear owing to the disappearing of space (nations), time, and prejudice. The Eurasian-Negroid race of the future, similar in its outward appearance to the Ancient Egyptians, will replace the diversity of peoples with a diversity of individuals” (in Praktischer Idealismus).

[91] A colonização hodierna da Europa tem sido feita sob a bandeira triunfante do multiculturalismo que até agora se tem recusado a preconizar a diversidade étnica e cultural a países como a China, o Japão, Israel, Arábia Saudita e a maioria dos países africanos. E no caso da colonização do Tibete e da Palestina pela China e Israel, respectivamente, a hipocrisia não poderia ser maior em matéria de multiculturalismo.





Continua

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