sábado, 16 de março de 2013

Alexandre Magno (i)

Escrito por Plutarco 



Héracles

«Héracles é filho de Alcmena e de Anfitrião, mas, na realidade, o seu verdadeiro pai é Zeus. Este aproveitara a ausência de Anfitrião, que saíra em expedição contra os Teléboas, para enganar Alcmena, assumindo a forma e o aspecto do seu marido e, no decurso de uma longa noite, por si prolongada, engendrou o herói. Anfitrião regressou pela manhã, deu-se a reconhecer e fez Alcmena conceber um segundo filho, Íficles, o irmão gémeo de Héracles, mais novo que ele uma noite. Contava-se que, para se fazer reconhecer por Alcmena e retirar-lhe qualquer possibilidade de dúvida, Zeus lhe enviara como presente uma taça de ouro que fora de Ptérelas, o rei dos Teléboas. Contou-lhe, além disso, como se fossem suas, as façanhas cometidas pelo verdadeiro Anfitrião. Quando este regressou, ele interveio para reconciliar marido e esposa, e Anfitrião resignou-se, diz-se, a ser apenas o pai adoptivo.

(...) Os Heraclidas são, na acepção mais lata do termo, não apenas os filhos de Héracles, mas todos os seus descendentes até à geração mais afastada. Na época helenística, muitas famílias reais pretendiam ainda fazer-se passar por "Heraclidas" e faziam recuar a sua estirpe até ao herói. Na lenda, chama-se mais concretamente Heraclidas aos descendentes imediatos de Héracles e Dejanira, que colonizaram o Peloponeso».

Pierre Grimal («Dicionário da Mitologia Grega e Romana»).


«Uno é o mito, mas não por se referir a uma só pessoa, como crêem alguns, pois há muitos acontecimentos e infinitamente vários, respeitantes a um só indivíduo, entre os quais não é possível estabelecer unidade alguma. Muitas são as acções que uma pessoa pode praticar, mas nem por isso elas constituem uma acção una.

Assim, parece que tenham errado todos os poetas que compuseram uma Heracleida ou uma Teseida ou outros poemas que tais, por entenderem que, sendo Héracles um só, todas as suas acções haviam de constituir uma unidade.

Porém, Homero, assim como se distingue em tudo o mais, também parece ter visto bem, fosse por arte ou por engenho natural, pois ao compor a Odisseia não poetou todos os sucessos da vida de Ulisses, por exemplo, o ter sido ferido no Parnaso e o simular-se louco no momento em que se reuniu o exército. Porque, de haver acontecido uma dessas coisas, não se seguia necessária e verosimilmente que a outra houvesse de acontecer, mas compôs em torno de uma acção una a Odisseia - una, no sentido que damos a esta palavra - e de modo semelhante a Ilíada.

Por conseguinte, tal como é necessário que nas demais artes miméticas una seja a imitação, quando o seja de um objecto uno, assim também o mito, porque é imitação de acções, deve imitar as que sejam unas e completas, e todos os acontecimentos se devem suceder em conexão tal que, uma vez suprimido ou deslocado um deles, também se confunda ou mude a ordem do todo. Pois não faz parte de um todo o que, quer seja quer não seja, não altera esse todo».

Aristóteles («Poética»).




ALEXANDRE MAGNO


Alexandre o Grande (Museu Britânico).

(...) Que Alexandre era, por parte do pai, heráclida (1), descendente de Carano, e que era eácida (2) por parte da mãe, cuja origem remontava a Neoptólemo, são coisa em que, geralmente, todos estão de acordo. Diz-se que Filipe, tendo sido iniciado em Samotrácia juntamente com Olimpíada, embora sendo muito jovem, se enamorou desta, que era ainda menina e orfã de pai e de mãe, e que concertou o seu casamento com o irmão dela, chamado Arimba. À esposa pareceu-lhe que, antes da noite em que se reuniram no tálamo nupcial, tendo trovejado, lhe caiu um raio no ventre, e que desse golpe se acendeu muito fogo, o qual, dividindo-se depois em chamas, que se espalharam por todas as partes, se dissipou. Filipe, algum tempo depois de celebrado o casamento, teve um sonho, em que lhe pareceu estar a selar o ventre de sua mulher, e que o selo tinha gravada a imagem de um leão. Os outros adivinhos acreditavam que aquela visão só podia significar que Filipe necessitava de exercer uma vigilância mais atenta sobre o seu matrimónio; mas Aristandro de Telmísio disse que aquilo significava que Olimpíada estava grávida, porque o que está vazio não se sela, e que estava a gerar um menino valoroso e parecido na sua índole com os leões. Viu-se também um dragão, o qual, estando Olimpíada adormecida, se lhe enredou no corpo, do que resultou, segundo se diz, que se enfraquecesse o amor e o carinho de Filipe, fazendo escassear as vezes que repousava junto dela; isto talvez por temer que ela usasse alguns encantamentos ou malefícios contra ele, ou porque lhe repugnasse dormir com uma mulher que tivera relações com um ser de natureza superior. No entanto, corre outra história acerca destas coisas, e essa diz-nos que todas as mulheres daquele país, desde tempos muito remotos, estavam iniciadas nos mistérios órficos e nas orgias de Baco; e, sendo designadas por Clodones e Mimalones, faziam coisas muito parecidas com as que executavam as edónias e as trácias, habitantes do monte Hemo (3): de onde resultara que o verbo triscar se aplicasse para significar sacrifícios abundantes e levados ao excesso. Assim, no que respeita a Olimpíada, que se entregava mais do que todas as outras a esse fanatismo e que as excedia no entusiasmo de tais festas, levava para as reuniões báquicas grandes serpentes domesticadas por ela, as quais, saindo muitas vezes da hera e do crivo místicos e enroscando-se nos tirsos (4) e nas coroas, assustavam os presentes.






Diz-se, na verdade, que, tendo Filipe enviado Querão, o Megalopolitano, a Delfos, depois do sonho, este lhe trouxe do deus um oráculo, segundo o qual ele deveria sacrificar a Amon (5) e venerá-lo especialmente entre todos os deuses; e também consta que perdeu um olho por ter visto, por uma frincha da porta, que o deus se entregava aos prazeres com a mulher dele, em forma de dragão. Acerca de Olimpíada, refere Eratóstenes que, ao despedir-se de Alexandre, quando este se preparava para partir com os exércitos, lhe revelou apenas a ele o segredo do seu nascimento, exortando-o a comportar-se de forma digna das suas origens; mas outros asseguram que sempre olhou com horror semelhante fábula, dizendo: «Será possível que Alexandre não deixe de me desacreditar junto de Juno?» Nasceu, portanto, Alexandre, no mês Hecatombéon (6), a que os macedónios chamavam Loon, no dia sexto, o mesmo em que se incendiou o templo de Diana Efesina, o que deu ocasião a que Hegésias, o Magnésio, utilizasse um chiste o qual, pela sua frieza, seria capaz de apagar aquele incêndio: porque disse que não era estranho ter-se queimado o templo estando Diana ocupada em assistir ao nascimento de Alexandre. Todos os magos que se deslocaram nessa altura a Éfeso, tomando o que acontecera ao templo como prenúncio de outro mal, corriam, lastimando-se, cobrindo os rostos e dizendo uns após outros que aquele dia produzira outra grande desventura para a Ásia. Acabava Filipe de tomar a Potideia quando recebeu, ao mesmo tempo, três notícias: que vencera os Ilírios numa grande batalha, através de Parménio, que nos jogos olímpicos havia vencido na prova de cavalos de montar, e que nascera Alexandre. Regozijava-se com elas, como era natural, e os adivinhos aumentaram ainda mais a sua alegria, anunciando-lhe que aquele menino, nascido entre duas vitórias, seria invencível.


As estátuas que mais exactamente representam a imagem do seu corpo são as de Lísipo, que era o único por quem queria ser retratado; porque este artista foi quem soube representar com mais vida aquela ligeira inclinação do pescoço para o lado esquerdo e aquela flexibilidade do olhar, que com tanto cuidado procuraram depois imitar muitos dos seus sucessores e dos seus amigos. Apeles, quando o pintou com o raio, não lhe imitou bem a cor, pois o fez mais moreno e ardoroso, sendo ele branco como dizem, de uma brancura rosada, principalmente no peito e no rosto. A sua cútis expirava fragrância, e a boca e a carne exalavam o melhor odor, que penetrava a sua roupa, se acreditarmos no que podemos ler nos Comentários de Aristoxeno. A causa podia ser a compleição do seu corpo, que era ardente e fogoso, porque o bom odor nasce da cozedura dos humores por meio do calor, segundo opinião de Teofrasto; é por isso que os lugares secos e ardentes da Terra são os que produzem em maior quantidade os mais suaves aromas; e é o sol que dissipa a humidade da superfície dos corpos, que é a matéria de toda a corrupção; e, a Alexandre, o ardor da sua compleição fê-lo, segundo parece, bebedor de grande alento. Sendo ainda muito jovem, logo se manifestou a sua continência: pois, apesar de ser para tudo o mais arrojado e veemente, no que se referia aos prazeres corporais era pouco sensível e gozava-os com grande sobriedade, ao passo que a sua ambição demonstrou desde logo uma ousadia e uma magnanimidade superiores ao normal para a sua idade. Porque nem toda a glória lhe agradava, nem todas as suas causas - ao contrário de Filipe, o qual, como se fosse um sofista, se gabava de saber falar eloquentemente e mandava gravar em moedas as vitórias que alcançava nas provas de carro em Olímpia - quando os seus familiares lhe propuseram que se candidatasse ao prémio dos estádios, pois era muito rápido na corrida, respondeu-lhes que só no caso de ter reis como competidores. Em geral, parece que era muito indiferente a todos os géneros de combates atléticos, pois que, custeando muitos festivais de trágicos, de flautistas, de citaristas, e ainda dos rapsodistas ou recitadores das poesias de Homero, e dando simulacros de caçadas de todos os géneros e de jogos de esgrima, jamais de sua própria vontade propôs qualquer prémio para o pugilato ou para o pancrácio (7).


Olimpíada


Achando-se ausente Filipe, teve de ser ele a receber e a obsequiar uns embaixadores enviados pelo rei da Pérsia, e mostrou-se tão amigo deles, pelo seu trato agradável e por não lhes fazer nenhuma pergunta infantil ou que pudesse parecer frívola, querendo conhecer apenas a distância de uns lugares aos outros, o modo de viajar, obter informações acerca do próprio rei e de qual a sua disposição em relação aos inimigos, e saber qual a força e poder dos Persas, que eles ficaram admirados e não tiveram em grande conta a celebrada sagacidade de Filipe, comparada com as qualidades inatas e os elevados pensamentos do filho. De todas as vezes que chegaram notícias de que Filipe havia tomado alguma cidade importante, ou que vencera alguma memorável batalha, não se mostrava satisfeito por a ouvir, mas limitava-se a dizer para os da sua idade: «Será possível, amigos, que o meu pai se antecipe e conquiste tudo, sem nos deixar a nós nada de brilhante e glorioso em que possamos distinguir-nos?». Não ambicionando prazeres nem riquezas, mas apenas méritos e glória, parecia-lhe que, quanto mais o pai deixasse conquistado, menos lhe ficaria a ele para vencer; e crendo, por isso, que quanto mais se aumentava o Estado, mais decresciam as suas futuras façanhas, o que desejava não eram riquezas, nem presentes, nem prazeres, mas apenas um império que lhe oferecesse combates, guerras e possibilidades de engrandecer a sua glória. Eram muitos, como se pode saber, os que estavam destinados a orientar a sua educação, havendo entre eles nomes de famosos aios e mestres, sobre todos os quais presidia Leónidas, varão austero nos costumes e parente de Olimpíada; no entanto, como não gostava da designação de aio, embora ela representasse uma profissão honesta e recomendável, era tratado por todos os outros, devido à sua dignidade e parentesco, por nutrízio e director de Alexandre; e o que se dava todos os ares e aparato de aio era Límaco, natural de Arcânia, o qual, apesar de toda a sua originalidade se limitar a atribuir-se a si próprio o nome de Fénix, a Alexandre o de Aquiles e a Filipe o de Peleu, agradava muito com esta simplicidade e ocupava o segundo lugar.

Trouxe o tessálico chamado Filónico o cavalo Bucéfalo para vender a Filipe por treze talentos, e, tendo descido a um descampado para o experimentarem, mostrou-se arisco e completamente indómito, sem admitir cavaleiro, nem suportar a voz de nenhum dos que acompanhavam Filipe, pois a todos ameaçava erguendo as patas dianteiras. Desagradou isto a Filipe, que deu ordem para que o levassem, por ser feroz e  insubmisso; mas Alexandre, que se encontrava presente, disse:

- Que cavalo perdem, só por não terem conhecimento nem decisão para o dominar!

Filipe, ao princípio calou-se, mas, como ele repetia, lastimando, muitas vezes aquela decisão, replicou-lhe:

- Censuras os que têm mais anos do que tu, como se soubesses ou pudesses manejar melhor o cavalo.




Ao que ele contestou:

- É evidente que o dominarei melhor do que ninguém.

- Se não fizeres o que dizes - retorquiu o pai - qual há-de ser o castigo pela tua temeridade?

- Por Júpiter - disse - pagarei o preço do cavalo.

Puseram-se a rir e, tendo chegado a acordo acerca da aposta, ele dirigiu-se para o local onde estava o cavalo, segurou-o pelas rédeas e, voltando-se, colocou-o de frente para o Sol, pensando, ao que parece, que o cavalo se agitava era por ver a sua sombra, que batia e se movia junto dele. Passou-lhe depois a mão pelo pêlo e afagou-o por alguns instantes e, vendo que lhe dominava o fogo e os brios, foi tirando pouco a pouco o manto, lançando-o ao solo, e, de um salto, montou sem dificuldade. Ao princípio, puxou-lhe um bocado o freio e, sem o castigar, nem sequer o tocar de esporas, fê-lo estar quieto. Quando verificou que ele não representava nenhum risco, mas que ansiava por correr, foi-lhe dando rédeas e incitou-o com voz forte e aplicando-lhe os calcanhares. Filipe e os que com ele se encontravam começaram por se sentir muito preocupados e mantiveram-se em silêncio, mas, quando o viram dar uma volta com facilidade e desenvoltura, mostrando-se contente e alegre, todos os demais irromperam em aclamações; mas, acerca do pai, conta-se até que chorou de alegria e que, beijando-lhe a testa logo que desmontou, lhe disse:

-Procura, meu filho, um reino igual a ti, pois na Macedónia não cabes.

Observando que ele era de carácter pouco flexível e daqueles que não podem ser levados pela força, mas que pela razão e pelo discurso se conseguia conduzi-lo facilmente ao que era decoroso e justo, o pai decidiu por si próprio procurar persuadi-lo mais do que mandá-lo; e, não tendo suficiente confiança na capacidade dos mestres de música e das demais habilidades comuns para o poderem instruir e formar, por isto exigir maior inteligência e ser, segundo a expressão de Sófocles,


obra de muito alento e de muita astúcia,


mandou chamar o filósofo de mais fama e de mais vastos conhecimentos, que era Aristóteles, a quem deu um honroso e conveniente prémio pelos seus ensinamentos, pois reedificou de novo a cidade de Estagira, de onde era natural Aristóteles, e que o mesmo Filipe destruíra, e restituiu-a aos seus antigos cidadãos, que se haviam tornado fugitivos ou escravos. Concedeu-lhes para escolas e para os seus exércitos o bosque vizinho de Mieza, onde ainda agora se podem ver os assentos de pedra de Aristóteles e os locais protegidos do sol por onde passeava. Parece que Alexandre não só aprendeu ética e política, como também tomou conhecimento de todos aqueles ensinamentos graves e reservados que os filósofos designam pelos nomes técnicos de acroamáticos (8) e de epópticos (9), e que não comunicam a muita gente. Por ter sabido, já depois de ter alcançado a Ásia, que Aristóteles publicara nos seus livros algumas destas doutrinas, escreveu-lhe, falando-lhe sem rodeios sobre a matéria, a carta que a seguir se reproduz: «Alexandre a Aristóteles, felicidades. Não fizeste bem em publicar as doutrinas acroamáticas; porque, em que é que nos diferenciaremos dos demais, se as ciências em que nos instruístes hão-de ser comuns a todos? Pois eu antes quero sobressair nos conhecimentos úteis e honestos do que no Poder. Que os deuses te guardem». Aristóteles, para não ferir esta nobre ambição, defendeu-se acerca destas doutrinas dizendo que não as devia considerar divulgadas, embora ele as tivesse publicado, pois, na realidade, o seu Tratado de Metafísica não era útil para aprender e se instruir, pois escrevera-o logo de modo a servir apenas como índice, ou memorandum aos já iniciados.

Alexandre e Aristóteles

Tenho por certo ter sido também Aristóteles quem principalmente inspirou a Alexandre o seu entusiasmo pela medicina, pois não só se dedicou ao seu estudo teórico, como também assistia aos seus amigos doentes e lhes prescrevia o regime e os medicamentos convenientes, como se pode deduzir pelas suas cartas. Em geral, tinha uma inclinação natural para as letras, para aprender e para ler; e, como tomasse a Ilíada por guia de doutrina militar, embora lhe desse esse nome, usava, corrigida pela mão de Aristóteles, a cópia a que chamavam «A Ilíada da caixa», a qual, juntamente com a espada, guardava sempre debaixo da almofada, segundo escreve Onesícrito. Não abundavam os livros na Macedónia, pelo que deu ordem a Harpalo que lhos enviasse; e este enviou-lhe os livros de Filisto, muitas cópias das tragédias de Eurípides, de Sófocles e de Ésquilo, e os ditirambos de Telestes e de Filoxeno. Ao princípio admirava Aristóteles e não lhe tinha, segundo ele próprio dizia, menos amor do que a seu pai, pois, se a um devia o viver, a outro devia o viver bem; mas, com o tempo, resfriou-se com ele, não até ao ponto de o ofender no que fosse, mas o facto de os seus obséquios não terem já o calor e a vivacidade de antes dava mostras dessa disposição. Mas não restam dúvidas de que o amor e o desejo pela filosofia que aquele lhe incutiu nunca mais se separaram da sua alma, como comprovam a honra que dispensou a Anaxarci, os cinquenta talentos que enviou a Xenócrates e o amparo que nele encontraram Dandamis e Calano (10).

(in «Vidas Paralelas», Amigos do Livro, pp. 18-26).


Notas: 

(1) Heráclidas era a designação adoptada pelas dinastias gregas do Peloponeso, de Corinto, da Lídia e da Macedónia, que pretendiam descender de Héracles, ou Hércules.



Héracles



(2) Eácidas era o nome dado aos descendentes de Éaco, tais como Peleu, Aquiles, Pirro, Neoptólemo, etc.

(3) Antigo nome dos Balcãs.

(4) Bastões enfeitados de hera e pâmpanos e terminados em forma de pinha, usados por Baco e pelas bacantes.

(5) Deus egípcio do Sol. Os Gregos identificaram-no com o seu Júpiter.

(6) Sétimo mês dos Atenienses até ao ano de 450 a. C., em que se tornou o primeiro do calendário olímpico.

(7) Combate ginástico típico da antiguidade grega, que compreendia a luta e o pugilato, e que permitia o emprego de todos os recursos da luta.

(8) Escutados da própria boca dos mestres.

(9) Referentes à terceira fase da iniciação nos mistérios de Elêusis.

(10) Dois filósofos indianos.


Continua


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